22D Jornal

Pastor adjunto da Igreja Memorial Batista fala sobre caridade

Qual o seu nome?


- Rubens Da Costa Monteiro


Você faz caridade?


- Sim, em várias instancias aqui em Brasília. Como igreja a gente também faz trabalho de ajuda a ação social como: cestas básicas, apoio médico e dentista. Também temos um trabalho especial, trabalhando com o crack, combate ao crack. Chamado Cristolândia, por exemplo: semana passada estávamos no centro de Taguatinga recolhendo usuários de crack da rua para a clínica de recuperação.

O senhor pratica caridade individualmente, sem ajuda da igreja?


-Sim, Cristo nos ensina que devemos ajudar o próximo em várias instancias desde o doente, enfermo, preso, necessitado... Pessoalmente lá em casa a gente sempre faz, como família, a gente sempre ajuda em várias situações. Sempre tomando muito cuidado para que não induza a caridade a “só dar o peixe”, é necessário “ensinar a pescar” e esse é o nosso desafio. Mas, é claro se tem um garoto passando fome a gente fala assim:Pra falar de Cristo, o pão da vida você tem que dar o pão de trigo, pois com estomago vazio ninguém escuta nada. Quem trabalha com os usuários de crack na rua, é por exemplo: a gente n chega direto falando de cristo, pois estão totalmente “doidao”, o que agente faz é oferecer sopa, água um cobertor e oportunidade dele mudar de vida se ele desejar, ali não adianta só falar. Então não é só dar um cesta básica, normalmente isso nem é a solução. Esse tipo de gente precisa de um auxilio imediato e uma estrutura social para que a pessoa se levante e possa se erguer.


A caridade tem alguma finalidade para a sua religião?


- O pensamento da Igreja Batista é um pouco diferente. Deus nos amou primeiro, então nós somos salvos pelo amor de Deus e não pelas obras. Fazemos boas obras em resposta do amor de Deus a gente tem que fazer a diferença no mundo e melhorar o outro. Então, eu não faço nada pra esperar uma coroa melhor no céu ou uma casa melhor no céu, Não! De jeito nenhum. A gente faz por se obrigação nosso ajudar, independente de qualquer circunstancia. Não vai ter recompensa por ajudarmos, vai ter que ajudar por ser mandamento e é necessário.


Dizimo e caridades representam a mesma ação?


- Não, pelo contrario. A questão do dizimo se dá pelo sustento da obra: água, luz, papel higiênico... Essa estrutura para manter é justamente para ajudar no sustento da obra. Parte disso, vai para a ação social também, como a gente falou, todos esses processos custam muitos recursos e nós da igreja batista temos uma linha de pensamento chamada de Separação de Deus e estado, nós não aceitamos a ajuda do governo, em hipótese alguma. Então tudo nosso é mantido por nós mesmos. Agora, a maioria das ajudas que recebemos aqui na Igreja, recebemos de pessoas que doam por prazer, com alegria, e colaboração.


Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é um evento que reúne milhões de jovens católicos de todos os cantos do mundo para celebrar e aprender sobre a fé cristã, para conhecer melhor a doutrina e construir pontes de amizades com pessoas de outras etnias. A jornada surgiu em 1985, ano que foi declarado como “Ano Internacional da Juventude” pelas Nações Unidas, instituída pelo Papa João Paulo II. A primeira Jornada ocorreu na cidade de Roma e tinha como lema: "Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês".


A JMJ foi criada com a intenção de fazer amizades entre povos de diferentes culturas, promovendo a fé e a esperança entre as nações, não sendo obrigatório a participação apenas de católicos, e sim , para todo o público. Foi criada pelo Papa João Paulo II, inspirado em eventos comemorativos da Igreja, que reuniam milhares de pessoas. A jornada que reuniu a maior quantidade de fiéis foi realizada em Filipinas com quatro milhões de pessoas, e a segunda maior ocorreu este ano, aqui no Brasil, atingindo o número de 3,7 milhões de pessoas.


Até mesmo nas redes sociais o pontífice conseguiu alcançar muitos jovens, sendo a JMJ um dos assuntos mais comentados, permanecendo no trending topics do twitter durante toda a semana de permanência do Papa Francisco no Brasil. O site oficial da jornada mundial da juventude também recebeu milhares de acessos, mostrando que mesmo coisas antigas, como a religião, conseguem se integrar e aproveitar as novas tecnologias atuais para disseminar a sua palavra para as novas gerações.


A JMJ possui símbolos como a cruz e o ícone de Nossa Senhora, dados pelo Papa aos jovens durante o Encontro Internacional da Juventude. A cruz já peregrinou através da Europa, além da Cortina de Ferro e também para locais das Américas, Ásia, África e Austrália e está presente em todas as celebrações da jornada, sempre acompanhada pelo ícone de Nossa Senhora.


A jornada possui como patronos São Sebastião, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Santo Antônio de Santana Galvão, Santa Teresa de Liseux, Beato João Paulo II e como intercessores Santa Rosa de Lima, Beato Pier Giorgio Frassati, Beata Chiara Luce Badano, Beato Frederico Ozanam, Beato Adílio Daronch, Santa Tereza de los Andes, Beato José de Anchieta, Beato Isidoro Bakanja, Beata Irmã Dulce, São Jorge, Beata Laura Vicunã, Santo André Kim e a Beata Albertina Berkenbrock.


A jornada mundial da juventude ocorre todos os anos em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e tem intervalos que variam entre dois ou três anos, em uma cidade escolhida pelo Papa.


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Projeto Solidário Vela Adaptada

O projeto solidário da vela adaptada começou há cerca de um ano, organizado por Mauro Osório apoiado pelo comitê para-olímpico de Brasília. O Núcleo de Vela Adaptada está sediado no Cota Mil Iate Clube, onde as pessoas podem procurar informações na secretaria do Clube. Os cursos são dados de forma gratuita e as pessoas interessadas são avaliadas para verificação sobre reais condições do exercício da atividade náutica.


Esse esporte exige dois tipos de barcos: um sem adaptações, para aqueles alunos que apresentam deficiências físicas leves, e outro para os alunos que apresentam deficiências físicas graves. Atualmente, o Núcleo possui 10 barcos. Grande parte dessa flotilha é composta por barcos que foram doados por velejadores de Brasília. Dois barcos paraolimpicos da Classe 2.4 foram cedidos pela Confederação Brasileira de Vela Adaptada especificamente para preparação de paratletas de alto desempenho. Por fim, no ano passado os organizadores foram brindados com a doação de 8 barcos pelo Governo Australiano, barcos que devem chegar ao Brasil no próximos meses.


Os alunos possuem desde deficiências fisícas até problemas mentais e de cognição. O esporte da Vela os estimula a entender seus limites e a superar suas dificuldades, sendo um grande psicólogo. Saber que o esporte e o lazer são fundamentais na vida de qualquer pessoa é um dos objetivos do esporte solidário.


A prática é assistida de perto e de longe: no barco e no deck. Os treinos ocorrem a cada quinzena ou de acordo com a disponibilidade dos alunos. As competições são marcadas por Mauro e pelo técnico do Núcleo, Bruno Pohl (que atende pelo telefone 99046061). As pessoas interessadas podem ir ao clube para assistir algumas da atividades realizadas pelos alunos nos cursos de vela.


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Ações Solidárias

A solidariedade sempre foi uma pauta presente na agenda dos brasileiros. Uma ação que, por muito tempo, ficou refém de instituições religiosas ou de movimentos isolados. Se torna cada vez mais independente por ter apoio e incentivo crescente de empresas, organizações e grandes aglomerados.


Um exemplo é a academia Sport Point, localizada no Jardim Botânico – Lago Sul.Desde 2002, o empresário José Heitor da Silva, busca por meio de pequenas ações diminuir a distância que exclui adolescentes de uma vida mais digna e saudável. Com o intuito de conhecer melhor esse trabalho, nós entrevistamos Heitor, para que ele nos contasse com detalhes sobre sua ação solidaria:


Entrevistador: O que o motivou a iniciar esse trabalho?

Heitor: A vontade de dar oportunidades a crianças carentes.

Entrevistador: Quando você começou com esse trabalho?

Heitor: Mais ou menos em 2002

Entrevistador:Você pode nos explicar como funciona o ato de caridade?

Heitor:As crianças que são selecionadas, antes de qualquer coisa, precisam estar matriculadas e frequentando as aulas de uma escola publica e também serem crianças vindas de famílias carentes. Elas têm atividades físicas como natação, capoeira e, dependendo da idade, musculação. É dada a elas o transporte de sua residência ate a academia e vice-versa. Além de atividades de cunho esportivo, as crianças também recebem ao fim de cada mês uma cesta básica e tratamento dentário periodicamente.

Entrevistador: Como você se sente a respeito dessa ação?

Heitor: Muito mais gratificado do que a própria criança.

Entrevistador:Qual é o seu papel nessa ação?

Heitor: Sou mentor, idealizador.


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Religiao

Patrícia Borges de Carvalho, moradora do Guará e freqüentadora do centro espírita Andre Luis, aderiu à religião espírita há menos de um ano e já segue à risca um dos principais pilares da doutrina: a caridade.

Sua fé, baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo (considerado pelos espíritas como o espírito mais puro a já pisar na terra) fez com que ela começasse a ajudar e a se preocupar mais com os menos favorecidos.
Patrícia já tem inserida em sua rotina a solidariedade: todo mês doa parte de seu salário para instituições de caridade do Gama e da Ceilândia e, além disso, ainda ajuda outra frequentadora do centro espírita Andre Luis: Dona Elaine, empregada doméstica e mãe solteira de filho asmático. Patrícia a ajuda comprando remédios para seu filho, dando alimentos e principalmente com apoio psicológico.

A Religião é um dos principais motivadores da caridade no mundo, tanto que a igreja católica, hoje, é considerada o principal motivador da solidariedade no mundo.



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Educação Fisica

Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil. O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo.


Os funcionários também eram de origem inglesa. O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888. No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol, com o tempo o futebol tornou-se muito popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa.


O problema surge quando as pessoas começam a ser intolerantes, tanto com o adversário quanto com o jogador, por exemplo, no caso do adversário a sempre a rixa entre torcidas que acabam indo alem dos estádios como, por exemplo, o gre-nal o clássico entre o Grêmio e o Internacional, times do Rio Grande do Sul,que em dia de jogo,dividem o estada ao meio.


Essa rivalidade vai alem dos campos onde sempre acaba trazendo trabalho para a policia, já o problema com os jogadores se relaciona muitas vezes ao racimo como por exemplo o congolês Christopher Samba, zagueiro do Anzhi Makhachkala, que foi alvo de ato racista ,quando uma banana foi lançada por torcedores durante uma partida do Campeonato Russo da equipe do Daguestão contra o Lokomotiv de Moscou, semelhante ao que aconteceu com o lateral esquerdo Roberto Carlos.


Projeto Cooperativo-Oficina de Circo


Com o objetivo de resgatar a união e a atitude cooperativa nas famílias, será realizada uma oficina de circo. Além do divertimento, a prática de atividades circenses é uma ótima forma de desenvolvimento do equilíbrio, coordenação motora, reflexo, persistência, autoconfiança, consciência corporal e cooperação. Por meio das oficinas de circo aprendemos a enfrentar certas dificuldades e vencê-las.


O circo costuma trabalhar diversas competências necessárias a uma pessoa ao longo de sua vida. O trapézio, o malabarismo e a acrobacia ajudam na concentração, já os jogos de palhaço trabalham a rapidez de pensamento e fazem o participante brincar com seu ridículo, facilitando depois o relacionamento com as pessoas e consigo mesmo.

Todos os professores serão vonluntários, não haverá pagamento de taxa para inscrição, no entando pedimos que a cooperação comece antes mesmo do primeiro passo ao picadeiro, doando um quilo de alimento não perecível para a manutenção de famílias carentes e asilos da região.


Nesse tipo de oficina não existem regras fixas, o importante é cooperar, respeitar e se divertir de maneira consciente.


Futebol

O futebol é um esporte cooperativo e competitivo. A competição entre os clubes faz parte da diversão e é natural que ganhe um aspecto de rivalidade e provocação entre os torcedores, mas o conteúdo preconceituoso de certas provocações demonstram que as pessoas têm esquecido da parte cooperativa, cantando gritos de cunho provocativo. No futebol carioca o preconceito está presente principalmente nos 2 clubes: Flamengo e Fluminense.


O tricolor carioca é considerado "time de boiola". O principal motivo para isso está numa tradição racista mantida pelos torcedores do próprio clube, a utilização do pó de arroz (no início do século os clubes eram proibidos de aceitarem jogadores afro-descendentes e o Fluminense obrigava seus jogadores negros e morenos a se disfarçarem com esse tipo de maquiagem). Para combater o racismo os torcedores das demais torcidas escolheram um caminho tão desprezível quanto aquilo que combatiam.


Já o Flamengo é visto como "time de preto, favelado e analfabeto", por causa do grande número de torcedores do clube, que por serem tantos acaba variando a classe social desses.


Invictus

O filme trata de uma história ocorrida na África do Sul na qual, Nelson Mandela (principal líder sul-africano), tem que lidar com enormes problemas de divisões raciais no país.


Como forma de protesto, os não-brancos, renegam o time de Rugby de seu próprio país (springbrooks) e o vaiavam por o considerarem um time de outra classe.


Mandela, aproveita o fato do país sediar a copa do mundo de Rugby, para usar o esporte para acabar com os preconceitos sofrido dentre brancos e negros. Com isso, a sociedade começa a se unir para apoiar o time na copa do mundo, que acaba vencendo o time da Nova Zelândia na final.


Dentro desse contexto do filme - embora este possa características fictícias - podemos notar que o esporte pode ser usado como forma de combate a desigualdade social e como intensificador da solidariedade.