Projeto de BSS História e Geografia

Sétima Série - PAS

Introdução:

O tópico apresentado será sobre o Brasil do século 18, e mostrará o Tratado de Tordesilhas, o Tratado de Madrid, as Entradas e as Bandeiras, os bandeirantes, a escravidão, as missões jesuíticas, entre outras coisas.

Rota das Entradas e Bandeiras:

Os expedicionários partiam de Taubaté, São Paulo, Santos, Recife, Salvador, e regiões próximas a essas cidades rumo a locais próximos a Fortaleza, Pastos Bons, Vila Boa, Belém, Cuiabá, Gurupá, e as Missões Jesuíticas.

Relevo do Brasil:

As formas de relevo presentes onde as expedições passaram eram: Planalto Borborema (#10), Planícies e Tabuleiros Litorâneos (#28), Depressão Sertaneja e de São Francisco (#19), Serras e Planaltos do Atlântico Leste-Sudeste (#7), Chapadas da Bacia do Parnaíba (#2), Planaltos e Serras de Goiás Minas (#8), Chapadas da Bacia do Paraná (#3), Depressão do Araguaia (#15), Depressão do Tocantins (#20), Planície do Rio Araguaia (#24), Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná (#21), Depressão Cuiabana (#16), e Chapada dos Parecis (#4). Os bandeirantes também capturaram índios (linha azul do mapa), mas a profe disse que não precisava escrever todas as rotas dos bandeirantes, então eu só fiz as rotas de mineração (linha marrom do mapa) e sertanismo de contrato (linha vermelha do mapa).

Características desses Relevos:

Planalto Borborema: Esse planalto está localizado no leste de Pernambuco, e têm origem Pré-Cambriano. Ele exibe um grande núcleo cristalino isolado, o que eu acredito que quer dizer que Pernambuco têm uma grande fonte de cristais que só está presente no leste do estado. A altitude do planalto chega a mais ou menos 1.000 metros.


Planícies e Tabuleiros Litorâneos: Essas planícies e esses tabuleiros são encontrados no litoral do Pará e do Amapá. Eles são formados por sedimentos (daqui a pouco já explico o que é isso) recentes de origem marinha (que vieram do mar).


Depressão Sertaneja e de São Francisco: Essa depressão começa no litoral nordestino e termina no interior de Minas Gerais, sendo considerada uma das mais longas depressões do Brasil. A sua estrutura geológica muda de um lugar para outro, mas os terrenos sedimentares e cristalinos predominam.


Serras e Planaltos do Atlântico Leste-Sudeste: Essas serras e planaltos vão do extremo nordeste de Santa Catarina até o interior da Bahia, e também são chamadas de Mar de Morros. Elas abrangem os estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, e Bahia.


Chapadas da Bacia do Parnaíba: Estas chapadas são formadas por partes de uma bacia sedimentar muito grande que vai do Maranhão até Brasília. Uma bacia sedimentar é uma depressão que se forma na superfície da terra que foi preenchida com sedimentos com o passar do tempo. Sedimentos são substâncias que foram botadas (ou depositadas) nessas depressões. Há três tipos principais de sedimentos em uma bacia sedimentar: materias de origem biológica, como restos de animais, conchas, ossos, ou recifes; materiais erodidos pela ação fluvial (rios), glacial (geleiras), aquática (água), e também pelo vento; “e materiais precipitados em corpos d’água dentro da bacia (quando no local da bacia existiu um lago, ou mesmo regiões ocupadas pelo mar, por exemplo).” O texto que está em aspas é o texto que eu não consegui botar nas minhas próprias palavras.


Planaltos e Serras de Goiás Minas: Esses planaltos e serras contém muitos cristais (os terrenos são predominantemente cristalinos), e sua formação (a formação dos planaltos e das serras) é antiga. Eles vão de Brasília até o sul de Minas Gerais. A altitude desse relevo chega a mais ou menos 1.960 metros. Ah, e só para esclarecer, se você entendeu que alguns turistas iam com o carro chamado Brasília (sim, existe um carro com este nome) até o sul de Minas Gerais, está enganado.


Chapadas da Bacia do Paraná: Essas chapadas contém terrenos sedimentares com formação arenítico-basáltica, que eu acho que é um relevo formado por lava endurecida e areia.


Depressão do Araguaia: Esse relevo é quase plano, contendo baixas altitudes que não passam de 350 metros. Essa depressão localiza-se na região central do Brasil, acompanhando o rio Araguaia.


Depressão do Tocantins: Essa depressão têm uma formação cristalina (de cristais) do Período Pré-Cambriano que acompanha o rio Tocantins. A altitude dessa depressão atinge em média 400 metros.


Planície do Rio Araguaia: Essa planície estende-se pela região Norte e pela região Centro-Oeste do Brasil. Obviamente, é uma região plana, cujas altitudes não superam os 200 metros acima do nível do mar. O tipo de vegetação mais presente nesse lugar é um cerrado (que é parecido com uma savana) aberto e campos limpos.


Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná: Esse relevo é, basicamente, um grande pedaço de terra que começa no estado de São Paulo e termina na fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. Pode-se dizer que esse relevo é moderadamente enrugado. A altitude desse relevo varia de 600 até 900 metros.


Depressão Cuiabana: Esta depressão está localizada na parte central do Brasil, e é caracterizada pela presença de terrenos sedimentares e de altitudes que vão de 150 até 400 metros.


Chapada dos Parecis: Essa chapada vai do Mato Grosso até Rondônia, e é caracterizada pela presença de terrenos sedimentares. Suas altitudes atingem cerca de 800 metros acima do nível do mar. Esse relevo divide a água da bacia do Amazonas-Paraguai.

Referências Turísticas, Cidades, Capitais, Parques Ecológicos, etc.:

Alguns desses relevos localizam-se perto de rios. As cidades atuais que ficam perto de onde os expedicionários passaram eram: Taubaté, São Paulo, Santos, Recife, Salvador, Fortaleza, Pastos Bons, Vila Boa, Belém, Cuiabá, e Gurupá. Os expedicionários também passaram por várias Missões Jesuíticas, e algumas viraram cidades atuais, como São Miguel das Missões, cujas ruínas da antiga Missão que aqui existiu virou um ponto turístico do Rio Grande do Sul (RS).

Formas de Relevo e Interação do Homem na Natureza:

Planalto Meridional > Formação da região das missões e extração de madeira (araucarias).

Planície Amazônica > Formação de missões e exploração dos recursos da floresta (sementes, plantas, etc.).

Planície do Pantanal > Criação de gado.

Planalto Central > Habitação da região e produção de soja e outros grãos.

Planalto Nordestino > Habitação do sertão nordestino.

Conclusão:

Esse projeto me fez aprender muito sobre as entradas, as bandeiras, e o relevo brasileiro. Honestamente, eu não sabia quase nada do relevo brasileiro antes de pesquisar sobre o relevo do Brasil. Aprendi também que a maioria dos lugares onde os bandeirantes passaram viraram povoados, aldeias, e, mais tarde, cidades, enquanto em alguns lugares onde eles não passaram não há muita gente. A entradas e bandeiras aceleraram o desenvolvimento do interior brasileiro, em lugares antes não alcançados, e também aumentaram o tamanho do Brasil.

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