DIREITOS HUMANOS

Artigo 5º

Direito à vida

O direito à vida é o mais importante de todos os direitos, pois todos os demais derivam dele. Nenhum bem humano é mais valioso do que a vida. Ela é um bem de todas as pessoas, pois nenhuma é mais ou menos importante do que outra. Devemos nos lembrar porém, que ter esse direito não significa que o ser humano seja dono absoluto de sua vida ou de seu corpo a ponto de ter direito sobre a própria morte.


Diariamente, temos notícias sobre a violação do direito à vida, nas mais diferentes formas. São muitos os casos de abortos, assassinatos e suicídios.

No caso do aborto a causa pode ser a falta de recursos financeiros, estupro, má formação fetal ou até mesmo por imaturidade dos pais. O assassinato é provocado pela maldade de pessoas, que banalizaram o valor da vida humana. O suicídio, por sua vez, é originado da depressão, do desespero frente a situações difíceis e por problemas psicológicos.


O direito à vida diz respeito também ao direito de viver com dignidade, de ter um salário digno que possa prover seus meios de subsistência, de ter um serviço de saúde pública que acolha às futuras mães e lhes dê o amparo para evitar que abortem, de ter um serviço de segurança pública que proteja sua integridade física, de ter campanhas no trânsito para evitar tantos acidentes com vítimas, entre outros.


O importante é lembrar que ninguém deve violar esse direito, pois estará cometendo um pecado capital contra nosso maior bem. Desse modo, viveremos em um mundo melhor e mais digno e nossa vida será plena.




I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição

Pré-projeto

Justificativa

Nada melhor do que falar da desigualdade entre homens e mulheres na atualidade. No Brasil, embora elas já tenham conquistado sua independência e muitos direitos, ainda têm muito pelo que lutar nessa sociedade de maioria machista em que vivemos. As mulheres chegaram à presidência, mas representam apenas 20% dos políticos brasileiros. Elas recebem até 30% a menos do que homens com a mesma formação e que ocupam o mesmo cargo. Sem falar em todas as mulheres que são violentadas em todo o país, mesmo após a aprovação da lei Maria da Penha.

Desse modo, a campanha surgiu da necessidade de mobilizar a população para as desigualdades apresentadas entre os gêneros, mostrando o não cumprimento do inciso 1 do artigo 5º da Constituição Federal.


Objetivo geral

Evidenciar as diferenças encontradas na sociedade entre os homens e as mulheres, delatando as mudanças já ocorridas em relação à desvalorização do sexo feminino, as alterações que ainda precisam ser feitas e as medidas que podem ser tomadas para modificar essa situação.


Objetivos específicos

1. Mostrar que as mulheres já obtiveram várias conquistas, tais como a lei Maria da Penha, a inserção no mercado de trabalho e a independência financeira, conseguindo chegar até mesmo na presidência do país.

2. Delatar que, mesmo após muitas melhorias para as mulheres, elas ainda são desvalorizadas na sociedade: recebem menos que os homens, possuem menos participação na política e muitas são alvo de violência doméstica.

3. Conscientizar que muitas mudanças ainda devem ser tomadas para que o direito de igualdade entre os gêneros seja realmente cumprido na sociedade brasileira.


Estratégias

Temos como estratégia divulgar nossa campanha nas redes sociais, sensibilizando e mobilizando a sociedade. Faremos uso de links de reportagens que mostram a violação desse direito.




Trabalho desigualdade de genero

Links relacionados

Lei Maria da Penha -- 06/08/2012

Alunas:

Ana Letícia Lima - 3

Ana Flávia Lima - 2

Laura Helena - 26

Rafaela Barbosa - 36

Turma: 1º B