Superbactéria

Surgimento , consequências e erradicação

Respondendo algumas dúvidas...

"Superbactéria" como?

A superbactéria, KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase), surge a partir do uso incorreto de antibióticos que, desse modo, sofre mutações genéticas, tornando-se resistente aos remédios.


Aonde é encontrada? Como é a transmissão?

É encontrada em fezes, na água, no solo, vegetais, cereais e frutas. A transmissão ocorre através do contato com secreções de pessoas contaminadas principalmente dentro do ambiente hospitalar, ou seja, a transmissão entre pacientes através de um profissional da saúde. A superbactéria é transmitida por falta de higienização do próprio profissional ou por equipamentos. A KPC se multiplica com rapidez e tem capacidade de transmitir para outras bactérias o gene responsável por destruir os antibióticos.


Quais são os sintomas da superbactéria?

Entre os sintomas percebe-se febre, prostração, dores no corpo (principalmente na bexiga) e tosses. Podem causar pneumonia, infecções sanguíneas e infecções urinarias. Pessoas que estão com imunidade baixa ou com doenças crônicas ficam mais propícias para contrair essas infecções. Os germes da superbactéria não consegue se propagar fora do ambiente hospitalar.

Quais são os procedimentos para descobrir se alguém é portador da superbactéria?

O diagnóstico se dá a partir do exame de laboratório que consegue identificar a bactéria em material retirado do sistema digestivo.


Como se previnir:

A prevenção se dá a partir do controle da infecção no ambiente hospitalar. Os pacientes que portam a superbactéria, mesmo sem demonstrar os sintomas, precisam ficar isolados. Higienizar as mãos lavando-as com sabão e passando álcool em gel tanto no doente, visitas e profissionais que lidam com a doença.


E o tratamento?

Por enquanto, são pouquíssimos antibióticos se mostram eficazes para o tratamento. Por isso da importância da prevenção em ambientes hospitalares.


Mais informações sobre a superbactéria:

KPC- Klebsiella pneumoniae carbapenemase – é conhecida como sendo do tipo oportunista, ou seja, ataca pacientes com quadros de saúde complicados, vítimas de doenças graves ou que estão com suas defesas diminuídas – como pessoas que passaram por cirurgias, portadores de sondas e catéteres, transplantados de órgãos e indivíduos em tratamento quimioterápico.