Artigo 5º da Constituição Federal

X - direito a vida privada, a honra e a imagem das pessoas.

O artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos

"Artigo XVIII - Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular."


É muito comum a juventude ter um pensamento revolucionário e querer mudar as coisas com as quais não concordam. Na intenção de revelar o descontentamento com certos aspectos, os jovens se organizam e criam movimentos pacíficos que, normalmente, atraem a atenção da mídia e paralisam a sociedade.
Em Brasília, no ano de 2013, assim como em outras cidades do Brasil, ocorreram manifestações de caráter pacífico contra várias atitudes do governo, centralizando a corrupção, e direitos da população que não estão sendo garantidos. A maioria dos protestantes estavam manifestando de acordo com os seus direitos, ou seja, sem nenhum ato violento ou vandalismo. Porem, mesmo assim, a polícia, muitas vezes, agiu com violência para tentar parar o protesto, assim, infringindo o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Além de participar dos protestos que já estão ocorrendo nas ruas, podemos criar uma mobilização virtual através de campanhas que conscientizem a sociedade do que está acontecendo.
Se a Declaração dos Direitos Humanos fosse respeitada durante as ações do dia-a-dia das pessoas, o mundo estaria muito diferente. Viveríamos com mais tranquilidade ao não termos que nos preocupar com a hipocrisia do governo, ao andarmos na rua sem medo, por não ter criminalidade, e ainda não ver pessoas sem casa, comida, educação ou saúde e sabendo que somos livres para pensar o que quisermos e mostrar isso, desde que pacificamente.


Campanha pela dignidade dos moradores de rua

Campanha pela dignidade dos moradores de rua

Justificativa

A Constituição Federal, considerada a carta magna que rege o país, garante os diretos civis, os sociais e os políticos, especificados entre artigos. O artigo 5º consiste em assegurar os direitos civis, que são os fundamentais para a vida. O décimo inciso do mesmo garante a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas. Porém, analisando-o, percebe-se que ele não tem sido devidamente respeitado, como na situação dos moradores de rua.

A população das ruas, apesar de terem várias diferenças como: idade, sexo, raça, família, religião e outros, tem em comum a condição de pobreza absoluta, ausência de privacidade e dignidade e falta de habitação regular, sendo compelidos a utilizar a rua como espaço de moradia e sustento. Sendo assim, uma campanha, plausível e necessária, que conscientize a sociedade de que os sem teto são seres humanos como todos os outros, merecendo e precisando ser tratados de acordo com os direitos que têm.


Objetivo Geral

Sensibilizar a sociedade sobre a triste realidade de brasileiros que vivem na pobreza extrema e têm que fazer das ruas a sua casa, tendo os seus direitos, que são garantidos pelo Estado, brutalmente violados. Entre as nossas intenções, também esteve o interesse de mostrar dados reais, baseados na vida e experiência dos próprios moradores de rua por nós entrevistados.


Objetivos Específicos

a) Incentivar a pratica de ações que de alguma forma influenciem na vida e dignidade de pelo menos uma família residente das ruas brasileiras, fazendo que aconteça uma melhoria no dia-a-dia de tais pessoas.

b) Refletir para que esse povo saiba que há ainda pessoas tentando zelar por seus futuros e fazer com que estes sejam dignos.

c) Disponibilizar aos moradores de rua o máximo de informações, pois eles também precisam ter acesso a tudo que lhes pertencem por direito.


Estratégias

Para que nossos objetivos fossem cumpridos, começamos nós mesmos a fazer a ação. Organizamos, dentro dos nossos grupos familiares e de amigos, a arrecadação de agasalhos para a doação aos que moram nas ruas. Acreditamos também que a forma mais efetiva de demonstrarmos nosso interesse pela situação é ser um exemplo vivo de solidariedade, tratando os de classe muito diferente da nossa, assim como devemos tratar todas as pessoas: com respeito. Os direitos existem para ser seguidos e, se cada um fizer o mínimo de esforço para que isso aconteça, o Brasil com certeza pode ser um país mais justo.



Isabella Guimarães (Nº 17), Isabella Vieira (Nº 18) e Marina Parada (Nº 31).