Direitos Humanos

Artigo V - Integridade Física e Moral

Campanha Cooperativa


DIGA NÃO AO BULLYING


Justificativa:


A Campanha Cooperativa 2013 do colégio Marista de Brasília, diz respeito ao tema tortura encontrado no Artigo 5 da Constituição Federal inciso lll (III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante), o grupo 1G propõe mobilizar a sociedade em relação a esse assunto que surgiu desde os primórdios da vida humana e acontecem com maior frequência nos dias atuais e estão sendo banalizados pela população.


Buscamos gerar soluções para tratamentos ligados a humilhações provocando qualquer tipo de sofrimento psicológico ou físico, tendo em vista ajudar e infiltrar novamente ao meio social aqueles que se excluem por conta disso.


A tortura está estabelecida em uma visão bem ampla, portanto daremos ênfase ao “bullying” que vem atingindo pessoas de todas as idades, principalmente jovens, ocasionando problemas sérios e irreversíveis em vitimas de atos cruéis como estes, que são submetidos a agressões verbais ou lesões corporais continuas.


Afim de abolir esses tormentos, criamos a campanha para infligir uma punição ou medida socioeducativa para os que infringirem as leis, pois as normas devem ser cumpridas e os ferimentos delas necessitam de uma aplicação de pena ao crime.


Objetivo Geral:


Ajudar indivíduos sofredores de tortura, propiciando soluções para evitar fins catastróficos, acolhendo-os, fazendo-se solidária em suas angústias, mostrando-lhes a possibilidade de enfrentar esse desafios encorajando aqueles que mais sofrem e necessitam recomeçar para melhorar os relacionamentos e participação em sociedade.


Objetivos Específicos:


1. Proporcionar um ambiente favorável de vivência, abolindo qualquer tipo de tortura, tanto mental quanto física.


2. Sensibilizar a comunidade a denunciar quando presenciarem atos cruéis.


3. Propiciar as vítimas uma ajuda especializada.


4. Punir os praticantes do crime.


Estratégias:


É difícil encontrar soluções quando o objetivo é acabar com a tortura, pois os próprios defensores (policiais) muitas vezes agem incorretamente, torturando presos, por exemplo. Então, primeiramente é necessário conscientizar policiais infratores, lutar pelos seus direitos através de protestos, campanhas, exigindo ao máximo do Estado. Outra possível solução parte da base de qualquer individuo, a família, pois a criança ou adolescente estão em uma fase de desenvolvimento, formulação de conceitos, portanto se espelham em quem está ao seu redor, ou seja, os pais tem o papel fundamental de dar exemplos bons aos filhos, consequentemente isto irá gerar boas ações promovendo o bem comum.


Violação dos direitos humanos


Art.4 da Declaração Universal dos Direitos Humanos- Ninguém deverá ser mantido em escravidão ou trabalho forçado; a escravidão e o comércio de escravos foram proibidos em todas as suas formas. (Não à escravidão)


  • O trabalho escravo tem a mão de obra barata, os trabalhadores não têm direitos à alimentação e hospitalidade, além de não ser um trabalho assalariado. Com isso muitas pessoas acabam aproveitando e explorando deles, violando o direito.
  • Como por exemplo, a escravidão contratual, na qual os trabalhadores assinam contratos para trabalhar por um período específico de tempo, são pagos apenas com acomodações e alimento, ou isso mais o acréscimo de benefícios limitados, tais como a quitação de um débito, ou dos custos de transporte para uma determinada região ou país.
  • Nosso grupo poderia fazer campanhas para aumentar a pena de prisão, revisar e divulgar mais as leis para toda a população, pois mesmo sabendo que é crime continuam praticando estes atos tão cruéis.
  • Se todos cumprissem a lei, teríamos uma população igualitária, apesar das diferenças sociais, de raça, de peso. As pessoas se respeitariam mais, trazendo a paz, lembrando de que onde não há ordem, não há progresso.



Léxico Dos Direitos Humanos

Direitos Humanos X Artigo 5°

Bullying
Entrevista do Casey Heynes (Gordinho Zangief) [legendado]
TV Escola Ética Violência que rola Direitos Humanos

Ana Luiza Grossi n°: 3
Juliana Máximo n°: 18
Laura Monteiro n°: 20
Giovanna Borges n°: 12
Emilia Alcântara n°: 9
Luis Felipe Tavora n°: 40