Sobre a liberdade de pensamento

Segundo o Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) de 1948, "Todos têm a liberdade de pensamento, consciência e religião". Qualquer pessoa que deseje se converter a outra cultura religiosa, sexualidade ou opinião política, entre outros, têm o livre arbítrio para realizar tal ato.


A violação de tal direito pode acontecer por meio de ações de preconceitos ou censura, esta que pode ser explícita em repressões direitas ou implícitas, como a manipulação do pensamento.

Manipulações de veículos de comunicação e o bombardeamento de informações previamente processadas ocasionam em censuras de modo indireto. Durante os anos de 1964 a 1985 o Brasil passou por um momento de transição política marcado principalmente pelo desencorajamento ao pensamento. Um povo que tenha o que pensar é perigoso para a tirania.

Como exemplo de ações para impedir novas violações ao artigo 18, é necessário uma conscientização por parte da população sobre a existência direitos, e há a necessidade de se lutar pelo que se pensa e acredita. Uma agência responsável pelo recebimento de denúncias ou a promoção de diálogos entre setores como pessoas de diferente religiões ou opções sexuais.

Se em um mundo onde a liberdade de pensamento e expressão, principalmente em países extremamente repressivos, fosse comemorada (e não punida), guerras por motivos religiosos, governos corruptos e o próprio preconceito não existiriam. É necessário uma cooperação mundial para a concretização desta "utopia".