Newsletter #9.1

AIESEC em Londrina

Hey AIESEC!

Sejam bem vindos a mais uma newsletter!

Começando com uma notícia boa: Nossa LCP está voltando!

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Informações gerais

Hey AIESEC!

Há exatamente 292 dias eu estava embarcando no primeiro avião da minha vida, para a minha primeira viagem internacional e para a melhor experiência da minha vida.

Mas devo começar a contar como cheguei até aqui. Aos 8 anos, eu entrei no curso de inglês e coloquei na minha cabeça que eu queria fazer intercâmbio, meus pais sempre me disseram que eu poderia ir para onde eu quisesse quando eu quisesse desde que eu pagasse por isso. Aos 12 anos comecei a trabalhar com o meu pai e guardar dinheiro para o intercâmbio, eu não gastava praticamente nada do que recebia. Aos 18 anos, me mudei para Londrina para cursar Letras Inglês, foi quando no meio do ano de 2014, eu descobri a AIESEC e resolvi que era a hora de fazer meu tão sonhado intercâmbio.


Conversei com a Maíra (atual LCP, na época VP oGIP), ela me passou os custos e me explicou mais ou menos como funcionava, conversei com meus pais e decidi que era a hora certa, na outra semana ela já me passou os maiores detalhes e no mesmo dia eu já assinei meu contrato (isso era final de agosto). De repente, me vi perdida em uma plataforma complicada (MyAIESEC) procurando por vagas ao redor do mundo, fiz entrevista com a Turquia, mas eles queriam que eu ficasse 6 meses e eu só podia ficar 3, tentei vaga na Romênia, mas tinha sido ocupada um dia antes, várias pessoas da China falaram comigo, mas nada fez com que meu coração batesse mais forte, foi quando eu vejo algumas ilhas em cima da Austrália e resolvo ver o que era e então, descobri a Indonésia. Me apliquei para uma vaga na cidade de Padang sem nem saber que país era direito, a responsável pela vaga me mandou e-mail marcando uma entrevista, fiz a entrevista no dia seguinte e as diferenças já começaram ali mesmo, lá era à noite e aqui de manhã, ela usava um lenço tampando toda a cabeça e eu usando blusinha de alcinha, foi tudo isso junto com a simplicidade e a simpatia dela que ganharam meu coração, no dia seguinte recebo um e-mail dizendo que tinha sido aprovada pela vaga e foi aí que toda a aventura começou.

Passaporte. Visto. Passagem. Roupas. Malas. Preparação cultural. Medo. Ansiedade. Lágrimas. Sorrisos. E então o dia 13 de Novembro chegou.


Fui para a Indonésia dar aula de inglês para um grupo de alunos de uma universidade particular, eles tinham entre 17 e 23 anos e foram, para mim, mais do que alunos. Nós saíamos juntos, eles me ensinaram muito sobre a cultura, língua e religião deles, depois de algum tempo eu estava até indo na mesquita rezar com as meninas.

Eu tive uma host family sensacional. Eram 5 pessoas, a mãe, o pai, a irmã e dois irmãos e eles me adoram realmente como parte da família, em nenhum momento dos 2 meses que eu passei lá, eu me senti deslocada ou como se não pertencesse àquele lugar, eles me trataram muito bem e foram parte essencial para a minha experiência ter sido tão boa quanto foi.

Eu fiz muitos amigos, indonésios e intercambistas, viajei muito, me diverti e aprendi muito.


Mas nem sempre foi mil maravilhas... Me perdi MUITAS vezes, senti medo várias outras, não soube me comunicar por causa da língua infinitas vezes, vivi em uma realidade completamente diferente da minha, fui praticamente uma muçulmana por 2 meses, tomei banho gelado de canequinha... Mas foi tudo isso que me tornou a pessoa que eu sou hoje, então todas as dificuldades no fim, valem a pena.

A parte mais difícil foi, sem dúvida nenhuma, voltar ao Brasil. Eu tinha vivido tantas coisas na Indonésia que não queria deixar para trás, tinha conhecido tantas pessoas que não queria ter que viver sem, e não queria também, ter que voltar a minha rotina no Brasil.


Foi tudo isso que me fez decidir entrar para a AIESEC. Essa vontade de fazer as pessoas viverem o que eu vivi, de sentirem as mesmas emoções e compartilhar das mesmas aflições. Quis também, ser host para retribuir o que minha família da Indonésia fez por

mim. Hoje, eu estou muito feliz fazendo o que eu faço e sabendo que ajudo várias pessoas a terem essa mesma experiência e sou parte direta da realização do sonho delas.

Assim como a AIESEC Londrina foi a realização do sonho daquela garotinha de 8 anos.


Bárbara Garcia.

Temos postulação aberta!

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Não sei se já conferiram, mas, no Podio foi lançada postulação ao EBzão!

Se não viram ainda, ela está aqui!

Está sendo oferecida duas vagas, uma para PM oGCDP e uma para PM iGCDP!

Você sabia que...

A única forma de você ser desligado da AIESEC sem receber um plano de alerta é agir contra o AIESEC Way.
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Reforçando: Nossos Valores

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Sim está chegando!

A foto acima não foi colocada aleatoriamente!

Espero que todos saibam, que a DDL de postulação a LCP já é domingo agora! Assembléia dia 12/09 e eleição dia 13/09!

Será que a pessoa que você quer está se postulando?

Quem são os postulantes?

Você já deu seu apoio ao postulante?

Rolê pra sábado!

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Calendário

Eleição LCP

Sunday, Sep. 13th, 9pm

A Definir

Assembléia de Eleição - LCP

Saturday, Sep. 12th, 10am

s/n Rodovia Celso Garcia Cid - Pr 445 Km 380

Londrina, PR

RG

Saturday, Sep. 19th, 10:30am

UEL - Campus Universitário, Londrina - State of Paraná, Brazil

Londrina, PR

REBzão

Saturday, Sep. 26th, 10:30am

UEL - Campus Universitário, Londrina - State of Paraná, Brazil

Londrina, PR

Sem atrasos!

Destaque da Semana

Infelizmente estamos sem destaque da semana..

A AIESEC possui vários changemakers espalhados pelo mundo, você faz parte de quantas histórias?

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Por falar em fazer parte de histórias..

Oi Rhye!!


Tudo ótimo por aqui, e com você? Bom, achamos o ap mas vamos nos mudar entre hoje e amanhã pois estão acabando de pintar e colocar os móveis.

O trabalho está ótimo, estou lidando mais com a parte de eventos que é o que eu mais gosto de fazer! Mas nós participamos da reunião de planejamento de marketing, podendo dar opniões e sugestões bem abertamente, isso foi incrível.

Eu to amando, e se não tivesse que terminar a faculdade viveria aqui fácil! Nós e outros trainees estamos muito unidos, inclusive alguns brasileiros. Me sinto muito querida e em casa. É claro que dá saudade, mas como sei que vou voltar daqui seis meses e viver a mesma vida de sempre, to aproveitando tudo que posso dessa experiencia unica.

Muita coisa que estudei sobre os costumes são bem exagerados, como por exemplo o tratamento com a mulher. Antes de vir eu fiquei com muito medo do que as pessoas falavam e hoje eu vejo que por mais que existam tradições muito fortes, também existe um mundo moderno e comum aqui na Índia.

Sobre fazer a diferença todos os dias estou muito realizada pessoalmente. Eu e as meninas que moram e trabalham comigo (outras trainees) nós vamos todos os dias, após o trabalho, oferecer comida para as crianças que moram na rua (que são muitas e muito comum por aqui). Descobrimos até uma escola em baixo de uma arvore que um homem ensina cerca de umas dez crianças, e vamos lá visitá-los todos os dias. Estamos pensando em desenvolver um projeto, ou uma campanha pra arrecadar materiais escolares ou algo do tipo, em breve vai sair do papel.

Também estou com outro projeto com mais duas meninas de escrever um blog sobre nossas experiências em diferentes continentes, todas nós estudamos comunicação e assim fica mais fácil em relação a produção de conteúdo e o blog tende a ser mais completo e com diferentes visões.


Com certeza está sendo uma das melhores experiências de todas, obrigada por fazer parte disso e por torná-la possível!


Beijos,


Giulia