Direitos Humanos

1º ano G - Maristão

A igualdade tem razão!

Introdução

Igualdade é um tema muito amplo e ao mesmo tempo, muito restrito. Pois, muitas vezes milhares de pessoas sabem o significado e desejam obtê-la, mas não realizam esforço algum para que isso ocorra. Igualdade nada mais é, do que a inexistência de desvios morais, sócias e políticos. Defendendo que todo ser humano é igual, independente da cor, da origem, da classe social, da escolha da religião ou sexualidade e de seu gênero. As pessoas precisam relembrar o que é igualdade, para que não ocorra qualquer tipo de preconceito, que infelizmente é algo muito comum no Brasil, ainda. Muitas pessoas só veem que a luta pela igualdade é importante, quando são descriminadas por algo. Com isso, demonstrar aos jovens, que estão formando suas ideias, a vivência de uma sociedade que põe em pratica a igualdade, é o que se deve fazer. Respeitando a opinião do jovem e possibilitando-o que participe de buscas pela melhora do país, colocando sua forma de pensar.
A luta pela igualdade religiosa, coloca em valor as diferentes religiões existentes que infelizmente por motivos desnecessários entram em conflito no mundo e precisam ser igualadas. A igualdade de opção sexual, é caracterizada pela luta de direitos que deveriam ser iguais em prática, tanto para os heterossexuais, quanto para os homossexuais, por estar na lei. A igualdade de pensamento, valoriza o pensamento de cada um, sem ser menosprezada ou valorizada. Igualdade racial, luta pela igualdade de raças, tanto por cor quanto por nacionalidade, para que ocorra um fim definitivo de rótulos. A igualdade entre gêneros, coloca em igual o homem e a mulher, mesmo com suas diferenças. A luta pela igualdade social é um dos maiores conflitos existentes, mesmo que não seja muito falado, todos lutam para se sentirem parte de uma sociedade sendo vistos como iguais.

Objetivo geral

Proporcionamos de conscientizar todas as pessoas da importância de reconhecer o próximo como igual, independente da diferença. Sabendo como se deve colocar em prática o respeito que se deve existir entre as pessoas.

Objetivos específicos

1. Sensibilizar as pessoas dessa e das futuras gerações a se respeitarem mais, evitando conflitos, e a se aceitarem como são.

2. Possibilitar um mundo melhor, sendo igual e justo com todos independente de classes, da origem, da cor, da escolha da religião ou sexualidade e de seu gênero.

Divulgação:

Usaremos cartazes com fotos de pessoas se escondendo por trás de máscaras com a seguinte frase: “Para ser aceito você precisa se esconder? Denuncie!” em forma de vídeo. O grupo tentará entrar em contato com rádios e blogs e postará sua campanha em redes sociais.


Igualdade

Artigo 5º - Incisos que se relacionam com o tema abordado.

I - Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta constituição.
IV - É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
XLI - A lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais.
XLII - A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão nos termos da lei.

Direitos Humanos X Artigo 5º

Violação dos Direitos Humanos - Artigo 18.

O ser humano é um ser livre, livre de acordo com seus direitos e deveres. Cada ser tem direito de fazer o que bem entender ou quiser com a sua vida, mas sem deixar de cumprir seus deveres. Um de seus direitos, é o direito da liberdade de pensamento, que diz "Todos têm liberdade de pensamento, consciência e religião...", ou seja, o ser humano pode por livre espontânea vontade escolher "qual caminho seguir".

Uma grande briga existente no mundo, é sobre a diferença de religiões. No mundo inteiro, existem mais de 10 religiões que tem ideais totalmente diferentes, mas seguem o seguinte padrão: acreditar em um tal Deus. Cada religião têm seu Deus próprio, que demonstra o que é certo ou errado, o que é bom ou ruim e de uma forma ou de outra, unindo as pessoas com um mesmo ideal. O ruim da existência de milhares de religiões, é o conflito que gera entra elas.

A liberdade de escolha da sua religião só é cumprida no papel por não existir respeito das pessoas que não concordam com o seu pensamento. O Catolicismo é a maior religião do mundo e a maioria das pessoas que não acreditam em sua crença, se não seguem outras religiões, são ateias.

Esse mês, foi declarado a aprovação da "Cura Gay" pela comissão de Direitos Humanos. Marco Feliciano, presidente da comissão e responsável por esse projeto, diz que os homossexuais têm uma doença que deve ser curada pelos psicólogos. Ele é um pastor evangélico e sua religião não acredita em casais gays, por preservarem fielmente a ideia de família. Mas, Deus, criador do céu e da terra, criou Adão e Eva para procriarem e darem continuidade ao mundo, mas em meio de suas criações, ideias e pensamentos, disse as seguintes frases: "Amai os outros sobre todas as coisas." e "Amarás teu próximo como a ti mesmo.". Deus não se diz ser contra os gays, não os proíbe de ter sua escolha de pensamento, não os julga e não os exclui da sociedade. Deus aceita todos que querem e permitam que ele os aceite. O catolicismo e outras religiões não são contra, nem a favor da homossexualidade, mas respeitam, pois é algo que cada vez mais vem se tornado frequente no mundo, diferente do evangelicalismo que nem respeita.

Marco Feliciano, por ser diretor da comissão dos Direitos Humanos, mais do que devia aceitar e respeitar os homossexuais. Eles são pessoas normais, com vidas normais e escolhas que deviam ser consideradas normais, pelo simples fato de "Todo indivíduo tem direito de liberdade de pensamento." e "Todos são iguais perante à lei.". A homofobia, não só no Brasil, mas como no mundo todo, ainda tem existência porque o preconceito não acaba. Esse preconceito em relação aos gays, pode sim ser considerado uma doença, pois a ideia do respeito, do amor e da compreensão que todos deviam ter em relação ao próximo não existe dentro da cabeça de muitas pessoas. Os homossexuais não querem direitos a mais em relação aos héteros, só querem ser tratados como iguais, por se sentirem iguais. O amor que eles sentem pelo seu parceiro é o mesmo amor que um casal hétero cria ao se relacionar, a única diferença, é que são obrigados a lidar com a homofobia. As pessoas deviam respeitar a escolha de cada um, concordando ou não, o respeito deveria ser colocado em prática não só em papéis.

Além de querer tratar os gays, Marco Feliciano, demonstra um enorme racismo em relação aos negros. Cada povo tem a sua cultura e seu jeito de viver, cada ser humano têm sua forma de pensar ou agir. Os brasileiros, mesmo tendo origens africanas, não se caracterizam tanto com os africanos, mas fazem parte de um mesmo grupo de pessoas que vivem em um mesmo mundo, por exemplo. Todos os povos, em geral, querem ser tratados como iguais. Mas além do Feliciano, muitas pessoas ainda são racistas e descriminam os negros. Essa descriminação é um problema antigo que há muitos anos, muitas pessoas tentam lutar para por um fim em tudo isso.

A liberdade de pensamento cabe a todos, assim como o respeito. Cada ser humano tem sua forma de pensar, mas quando se pensa em uma sociedade em geral, deve-se pensar em um bem comum para todos. Marco Feliciano é contra os gays e os negros, sua opinião deve ser respeitada, sendo certa ou errada, ele tem liberdade de pensar de tal maneira. Mas generalizar sua opinião pessoal ao mundo, traz uma enorme consequência, já que a maioria das pessoas lutam pela igualdade e não pela exclusão.

Compreender e estudar mais sobre os determinados assuntos e sobre a Declaração Universal é algo que deve ser feito pelo grupo, para que depois sua opinião seja compartilhada e discutida entre nós mesmos. Dessa forma, poderíamos fazer com que outras pessoas saibam mais sobre o que são os direitos humanos e cada artigo existente dentro dele. Colocando em prática o que está no papel e mostrando aos outros que colocar em prática os direitos que cada um merece, gera um grande movimento de paz. Pois todas as pessoas saberiam o que é respeitar o próximo em si, a sua a opinião e a sua escolha. Acabando com todos os preconceitos existentes entre as pessoas. Porque assim, todos lembrariam que nós todos somos iguais, mesmo com pensamentos, religiões, classes sociais e principalmente personalidades diferentes.



Bárbara Granado (6), Fernanda Carvalho (10), Luiza Maria (24), Ana Paula Medeiros (38) e Vanessa Coelho (41).