Basquete

Introdução sobre o Basquetebol e Reflexão da TICs no Esporte

Resenha do esporte em si: Basquete

O Basquetebol foi criado pelo canadense James Naismith, professor da Universidade de Springfield. Em 1891 o então professor de Educação Física, precisava de uma atividade que acabasse com a monotonia imposta pelo rigoroso inverno daquele ano e que fosse praticado num ginásio fechado. O objetivo do jogo era arremessar bolas de couro em cestos de palha colocados a mais ou menos 3 metros de altura. O sucesso foi absoluto e o jogo foi batizado de bola ao cesto, ou basket-ball, em inglês.

No Brasil, temos vários atletas de expressão que deixaram suas marcas não apenas aqui em nosso país, mas que também ficaram mundialmente conhecidos, como é o caso de Hortência, Paula, Janeth e Oscar Schmidt. Mas, infelizmente, esse esporte não tem grande aceitação popular em nosso país, de modo que sua prática se restringe às escolas e aos clubes.

Dentre os principais circuitos competitivos temos:

Nos Estados Unidos:
NBA = Liga Norte Americana de basquete masculino - 30 times;
WNBA = Liga Norte Americana de basquete feminino - 12 times;
NCAA = Competições entre estudantes das universidades americanas;

No Mundo:
ACB = Liga espanhola de basquetebol;
Euroliga de Basquetebol = Liga realizada entre equipes européias;

Na América do Sul:
NBB = Liga Nacional de basquete;
Liga Sul-Americana = Liga realizada entre equipes da América do Sul.

Contamos também com as Olimpíadas e Jogos Pan-Americanos.

Em média, 21 países participam de competições oficiais de basquete. Argentina, Brasil, Canadá, Estados Unidos, México e Porto Rico participam tanto do torneio masculino quanto do feminino. Os EUA são os maiores praticantes do esporte e obviamente possuem a melhor seleção do mundo de basquetebol. Por ser inventado lá, o basquete é incentivado pelo governo federal. O basquete já chegou a ser considerado o segundo esporte mais popular do Brasil. Atualmente nosso país também possui alguns jogadores que atuam na NBA, considerada a maior liga do esporte no mundo, como Nenê, Leandro Barbosa, Anderson Varejão e Tiago Splitter, e também jogadores que atuam na Europa, como Marcelinho Huertas, que joga no Barcelona. No total, se somarmos os títulos do masculino e do feminino, o basquete brasileiro possui três campeonatos mundiais (dois masculinos e um feminino), além de cinco medalhas olímpicas: uma de prata e quatro de bronze.

Reflexão sobre TICs no Esporte

"O espetáculo esportivo como massificação social, apresenta algumas características que favorece sua comercialização e aceitação mundializada, tendo como elemento essencial à universalização da sua linguagem. A internacionalização esportiva é o fenômeno mais importante dos últimos anos (Betti, 2004), declarando a televisão como parte do processo transformador do esporte em esporte espetáculo, numa interação incessante, adaptando-se uns aos outros, dentro destas adaptações entram os diversos recursos usados em transmissões esportivas, a participação publicitária de grandes marcas, a supervalorização de atletas e mudanças de regras possibilitando uma melhor exploração publicitária.


No contexto da educação física as TICs podem ser definidas como importante recurso para a preparação de diversas ações pedagógicas, nesta ação cabe ao professor/educador problematizar constantemente situações para um despertar crítico sobre a espetacularização esportiva na TV, desenvolver ações pedagógicas nas perspectivas apontadas da educação para a mídia, contextualizado em suas aulas não produzindo estereotipo de consumo, subsidiando rotineiramente aos educandos ações sobre os sentidos implícitos e explícitos do espetáculo esportivo (Santos Jr., 2008)".


Fonte: http://www.efdeportes.com/efd147/tics-na-educacao-fisica-escolar.htm


Sabemos, então, que as TICs no esporte influenciam o interesse de alunos sob a tecnologia combinada com o esporte. Como, por exemplo, a televisão, que transforma as atividades em 'espetáculos', onde veremos também a introdução da publicidade, também combinada ao esporte.


Nos esportes também já existem recursos de TI que mobilizam conhecimentos complexos, não apenas no jogo de futebol, aonde podemos ver diversas dimensões da bola, não deixando em dúvida um gol, mas principalmente nas competições mundiais, são assuntos estudados nas universidades e em centros de pesquisa, que junto a tecnologia, podemos ter condições de melhorias nos nossos jogos, em relação aos movimentos do jogador e a sua posição. É a tecnologia ajudando a melhorar seu rendimento, seu esforço, sua conquista.




Curiosidades em Fotos

Early 1900's Basketball
The First Basket
The Evolution of Basketball Video

Objetivo da Pesquisa

A prática de esportes é necessária, eficaz e pode prevenir diversas doenças. Para muitos, a tecnologia pode ser vista contra a tradição, muitas vezes, quando envolvida com escola, esportes e etc.


Através dessa pesquisa, foi perceptível o envolvimento de algo notavelmente presente que é a tecnologia de forma positiva ao esporte que é necessário e cada vez mais procurado por pessoas que querem saúde aparente ou interior, bem-estar para seu corpo.


A junção sobre inovações na tecnologia trouxeram, de certa forma, o passo para o futuro, melhoras significativas no atleta, prevenção de lesões entre muitos outros avanços que interagem não apenas com o atleta, mas com o mundo mais saudável, ressaltando a importância da sociedade ter esse conhecimento, começando por jovens entendidos do futuro próximo.

Metodologia Utilizada

Ao analisarmos as fotos e o vídeo realizados pelos integrantes do grupo, avaliamos os arremessos realizados.

Marcela: apresentou um bom equilíbrio do corpo e impulsos nos saltos bem satisfatórios, o que a prejudicou foi a pouca força exercida pelos membros superiores ao arremessar;
Bruna: obteve um rendimento muito bom, com força adequada nos arremessos, foi a que realizou o maior número de cestas entre as três alunas, o que pode tê-la prejudicado um pouco foi a falta de impulso nos saltos, não realizando-os adequadamente;
Amanda: com o resultado menos satisfatório, não acertou nenhuma cesta, apesar de uma mira na tabela muito boa, ela obteve um pequeno desequilíbrio corporal, os saltos e a força utilizada não foram suficientes e a posição dos braços estava incorreta.

Há algumas recomendações para a melhora no desempenho dos arremessos, como: a bola sempre terá que partir acima da linha da cabeça; Tenha mais controle de bola; Adquira noção de espaço, precisão e cálculos; Treine, é por meio da dedicação que nos aperfeiçoamos; Adquira um bom preparo físico; Cuide bem da saúde.

Conclusão

A aluna com o pior desempenho na primeira etapa foi Marcela Lemgruber, na ausência de Amanda Granja. Nessa segunda etapa, Marcela obteve melhora, fazendo duas conversões, ao invés de uma, como a primeira. Ela ajustou a flexão de seus joelhos e o ângulo de segurar a bola. Seu problema se apresenta no uso da força, que é pouca, e no impulso tomado no lançamento.

Apesar de não ter feito em todos os integrantes do grupo, no caso da Marcela, a Tecnologia de Informação foi sim decisiva na melhora do seu desempenho, pois pudemos ver os erros cometidos com mais detalhes e cuidado nas fotos tiradas na primeira etapa de conversões, e corrigi-los, o máximo possível, para essa segunda etapa de conversões.

Informações sobre o Grupo

Amanda Granja (número 1), Beatriz Castilho (número 5), Bruna Vilela (número 6), Gabriela Vidal (número 11), Hanna Yahya (número 17), Jackeline Pires (número 20) e Marcela Lemgruber (número 29) - 2º ano E