AlumNews

Notícias para os alumnados

Alumnus é um substantivo latino que designa "pupilo" ou "filho a cuidado de outro" e deriva do verbo alere, significando "cuidar". Depois de terminada a experiência dentro da organização, os alumni são os ex-membros que ainda possuem forte vínculo com a AIESEC. Dessa forma, como forma de cuidar das pessoas que tanto fizeram pela AIESEC em Viçosa, que lançamos a primeira AlumNews, feita com muito carinho. Esperamos que gostem.

OS NOVOS ALUMNI

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Tamires Mascarenhas

Participar do processo de alumni foi uma oportunidade de formalizar o vínculo que tenho com a @VC, de eterno amor, dedicação e orgulho. Fazer o speech no evento fantástico que foi o LD foi uma emoção que levarei para a vida inteira, fiquei muito feliz de poder compartilhar com os membros que ficam muito do que passei nessa jornada de crescimento e amizade.

Pamela Martins

Tornar-me Alumnus na AIESEC Viçosa, tendo participado da instituição desde sua fundação, é alem de um ato de muito orgulho, um processo de imensa gratidão. Recordar os esforços, as alegrias, as conquistas foi de imensa importância para conclusão de uma etapa. Sinto-me grata por ter feito parte de uma equipe tão unificada em prol dos propósitos institucionais e que culminou na construção de uma GRANDE FAMÍLIA. Obrigada AIESEC Viçosa, espero agora como alumnus, poder continuar buscando sempre agregar conhecimentos à nossa equipe.

Thaís Magalhães

Passar pelo processo de alumnus me fez refletir sobre minha história na AIESEC e lembrar de todos os momentos. Olhar para trás me permitiu perceber o desenvolvimento que consegui proporcionar e conquistar. É muito bom saber que ainda posso continuar sendo parte disso tudo mesmo estando fisicamente ausente. Quero dar o meu máximo para continuar contribuindo com a @!

Samuel Wilke

O processo de alumnar na @ foi uma das etapas mais difíceis pra mim. Se despedir de uma organização que foi meu lar por um longo tempo não foi uma decisão fácil. É nessa etapa em que toda a história vivida dentro da AIESEC vem à tona e todas as lembranças boas retornam à nossa memória, e onde finalmente constatamos que a @ tem um fim pra cada um, e por isso precisa ser constantemente renovada com ideias e pessoas novas. Hoje eu tenho orgulho de falar que fiz parte da AIESEC e de ter vivido intensamente cada momento dentro da organização. Muito obrigado @VC por ter feito parte da minha vida.

E o que mais?

"Fazer parte de uma instituição que te permite sonhar, deve ser um dos maiores anseios no mundo de hoje. Isso porque, estamos por vezes tão ligados à produtividade e aos resultados, que não nos damos conta dos caminhos e processos trilhados e pior: por vezes nos esquecemos das razões de existência daquela empresa, organização ou ideia.

A AIESEC, permite que alcancemos o crescimento pessoal enquanto buscamos o desenvolvimento da sociedade global. O processo de aprendizado se dá por completo. Isto se deve ao fato da formação pessoal envolver resultados que serão refletidos diretamente na vida do outro. Ao entrar na organização, um dos maiores desafios é trabalhar com pessoas de diferente áreas acadêmicas e pensamentos, exercer a liderança por meio de ferramentas nos apresentadas e lidar com o novo TODOS OS DIAS.

Ao passar por obstáculos e conhecer o mundo de uma forma mais holística, você acaba percebendo que criou laços para toda uma vida, aumentou sua rede de contatos, tocou profundamente a vida de diversas pessoas e conseguiu atingir um grau de autoconhecimento admirável.


Ser AIESEC, é um dos processos de amadurecimento mais leves e gratificantes que já passei."


Pamela Martins

Alumnus AIESEC em Viçosa

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Ser AIESECo

AIESECo não dá um toque, passa Feedback


AIESECo não faz trabalho, realiza suas jobs


AIESECo não monta grupo, forma time


AIESECo não desabafa, faz um sharing


AIESECo não passa aperto, desenvolve gestão de crise


AIESECo não faz passinho, dança rollcall


AIESECo não tem DR, alinha expectativas


AIESECo não curte a vida, vive powerful infinity stories!


AIESECo nunca deixa a organização, coloca ela num cantinho do coração e alumna


Por isso a @VC ama vcs!

Getting to Know a NGO


Nome: Casa de Acolhimento Esperança do Amanhecer, coordenado pelo Consórcio Intermunicipal de Atendimento à Criança e ao Adolescente (CIACA).


Atendimento: A CIACA atende crianças de 0 a 18 anos, vindas de famílias em situação de risco.


A Casa de Acolhimento é o local para onde são encaminhadas crianças e adolescentes que passam pela vara da infância e da adolescência com laudo assinado pelo juiz. Além e ser uma casa para abrigo de crianças e adolescentes em situação de risco, o CIACA oferece uma grande prestação de serviços e cuidados primorosos aos seus residentes: escola, transporte escolar, atendimento médico e odontológico, assistência pedagógica, além da participação em todos os projetos sociais que tem parceria com a Prefeitura.


Além disso, a CIACA já recebeu dois intercambistas da AIESEC, a Sabi Martinez, da Argentina, e o David Aristizabal, da Colômbia, em novembro/dezembro do ano passado, pelo Projeto Giramundo. Para este ano, a CIACA abriu mais 4 vagas para julho, duas para o Giramundo e duas para o Smarketing, e os intercambistas já estão chegando.


As cartas de Eric

"Tenho certeza que muitos de vocês não sabem, mas segue um texto que conta como surgiu a AIESEC a 61 anos atras! "Era maio de 1945. A rendição do general Alfred Jold pos um fim ao pesadelo europeu que durou seis anos. Churchill fez o sinal de paz e amor, ao mesmo tempo em que a vitoria era celebrada com musica e demonstrações democráticas. Europa? Bem, nós poderíamos muito bem nos referir ao que restou da Europa. A verdade é que o velho continente transformou-se em um lugar onde comemorações tinham como razão esquecer as carências causadas pela ruína econômica pós-guerra. A Alemanha transformara-se em um grupo de cidades e vilarejos completamente demolidos. Sua população, reduzida quase pela metade, estava passando fome e vivendo de caridade de países vizinhos. Os sobreviventes estavam ocupados removendo os escombros das cidades. A guerra havia destruído 55 milhões de pessoas, ferido 35 milhões e causado o desaparecimento de 3 milhões. As únicas coisas que permaneceram iguais foram as discussões entre as nações e a pobreza. Na Conferencia de Postdam, em julho de 1945, era claro o inicio da divisão do mundo em dois grandes blocos: a URSS e as nações ocidentais. Uma sensação de terror e incerteza permaneceu no ar ao longo dos anos, apesar das boas intenções das 50 nações que assinaram um contrato de paz com as Nações Unidas em junho de 1945. A Guerra Fria começa. Em 17 de março de 1948, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Itália e França formam a Western European Union, com objetivo de defesa de seus territórios. Neste clima tenso, reforçado pela Guerra Fria, nasce a OTAN. Esta era a situação do mundo naqueles anos.

Eric Malson era um estudante de Economia. Tinha 23 anos quando a guerra acabou. Apesar de seu país natal, a Suécia, ter permanecido neutro na guerra, Eric ficou sensibilizado pela desgraça em que se encontrava seu continente. A situação desesperadora em que se encontrava a Europa após tanta matança desnecessária o entristecia muito. Ele se rebelou contra o modo de vida na época. Para ele, um ser humano era só um ser humano, não importando sua raça, ideologia ou religião. Em janeiro de 1946, Eric escreveu uma carta para um velho amigo na Alemanha. Eles haviam se conhecido ha sete anos, na Suécia, durante o período de ferias. Apesar de não esperar resposta, resolveu arriscar e escrever mesmo assim. Com o passar dos meses, Eric tornara-se desesperançoso a respeito da carta, mas seis meses depois recebeu uma resposta da Alemanha. A letra, contudo, era da irmã do seu amigo e, o que ela escrevera, era horrível.

Na carta, ela contou a Eric sobre a tragedia ocorrida com a família. Seu amigo morrera numa batalha contra a Rússia. Uma das pernas do seu pai havia sido amputada, e seu outro irmão havia desaparecido. A casa da família, em Hannover, fora reduzida a cinzas. Para eles, tudo havia terminado. Todo o esforço de uma vida havia acabado me nada. Não havia esperança. Eric sentiu seus olhos úmidos ao fitar o horizonte. Estava desesperado e, ao mesmo tempo, com raiva. Batendo na mesa, gritou: PAREM!

Eric sentiu que tinha que fazer algo para evitar que acontecesse outra guerra. Não tinha a minima ideia como poderia faze-lo, do alto de sua humilde posição de estudante de Economia. Desde o começo sabia que precisaria do apoio de outras pessoas, pessoas que sentiam como ele e que compartilhavam seus ideais. Ele teria que procurar por pessoas que passaram pela tragédia da guerra e gostariam de, alguma maneira, melhorar o mundo. Teria que procurar por estas pessoas por toda Europa. E tais pessoas teriam que ser jovens, porque são jovens os responsáveis pelo futuro, futuro que reergueria a Europa após a guerra. Eric decidiu escrever para amigos por toda a Europa. Enviou dez cartas e recebeu três respostas. As três respostas recebidas eram de estudantes de Economia, que deliciaram-se com o ponto de vista de Eric. E isso foi o suficiente para Eric continuar. Era janeiro de 1947. Alguns meses depois, Eric marcou uma reunião com um antigo professor. Ele tinha boas noticias: sete universidades de sete países diferentes na Europa haviam mandado respostas positivas quanto a proposta de Eric. Eles decidiram ir mais longe, e organizaram uma reunião a fim de formular e coordenar todos os esforços possíveis para construir uma Europa melhor. A reunião aconteceu no Grand Hotel de Estocolmo. Era março de 1948. Pessoas vieram da Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, França, Bélgica e Países Baixos. Todos sentaram ao redor de uma mesa, metade falando inglês, metade falando francês, mas todos, de alguma maneira, se entenderiam. Apesar de, no inicio, ninguém saber o que seria o resultado daquela reunião, todos tinham esperança e uma mesma visão de futuro. Ao fim da reunião, os participantes haviam dado a luz a algo chamado AIESEC."

Autor desconhecido

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