Declaração dos Direitos Humanos

Violação dos Direitos Humanos

Texto sobre nossa campanha - Língua Portuguesa

Há muitos anos o preconceito está presente na sociedade. A campanha surgiu da necessidade de dar oportunidade das pessoas repassarem seus conceitos a respeito do outro. Uma vez que as diferenças de credo ofertam direta ou indiretamente a vida da sociedade. Os jovens são o foco da campanha porque com a conscientização deles, a sociedade vindoura será mais humanitária.

Objetivo geral:

Acolher jovens de diversas crenças e cultos, propiciando uma união ecumênica no mundo entre todos aqueles que já venceram e os que prouram vencer o preconceito religioso , construindo uma sociedade justa, livre e igualitária.

Objetivos específicos:

1- Possibilitar aos jovens que entendam a religião do próximo, mesmo que não concordem com a mesma, fazendo com que o preconceito vindo do medo por desconhecerem a outra crença, suma.

2- Propiciar a jovens de diferente religiões, um encontro a fim de que possa discutir seus ideais e crenças, de forma pacífica.

3- Acabar com o preconceito no mundo, exercendo o direito à liberdade de expressão e à liberdade religiosa.

Tendo em vista que hoje em dia os jovens estão o tempo todo conectados á internet, tal meio seria ótimo para a integração religiosa. Através de redes sociais como o facebook, as pessoas podem postar fotos, vídeos e até mesmo conversar entre si, independentemente de idade, raça ou religião.A religião é mais do que crença e fé, é também uma forma de confraternização e socialização. Festivais de música religiosa ajuda a promover novas amizades.Grandes missas, cultos, rezas são mais uma alternativa, uma vez que, quando realizadas em grupo, promovem o conhecimento e o respeito entre as religiões.


Artigo 18

O 18º Artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz: “Todos têm liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar a sua religião ou crença e a liberdade de manifestar a sua religião ou crença no ensino, na prática, no culto e no cumprimento, quer seja só ou em comunidade com outros e em público ou em privado.”

Porém, há algumas controvérsias sobre o fato desse direito ser inviolável. Como já sabemos, o mundo melhorou depois da criação desta Declaração, mas não 100%. E, infelizmente, esse direito vem sendo infringido diversas vezes. Por exemplo: na China, os praticantes de Falun Gong (uma prática avançada de cultivo de mente e corpo) foram torturados e maltratados enquanto estavam em detenção e os cristãos foram perseguidos por praticarem a sua religião.

Ainda falando sobre a violação do direito à liberdade de religião, não poderíamos não citar Pr. Marcos Feliciano, que está na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Além de criticar os católicos e os afrorreligiosos, por ser evangélico, incitou grande preconceito com os pagãos. Em um de seus vídeos, viola gravemente este direito ao falar calúnias sobre a religião Wicca. Entre seus argumentos, ele fortemente defende a ideia de que a Wicca está envolvida com bruxaria e, para ele, isso significa a adoração ao Satã. Diante a uma multidão, grita: “Se formos muitos para combater esse povo, podemos expulsar o demônio deles”. Uma componente de nosso grupo faz parte da religião Wicca, e afirma que tudo o que o pastor caluniou em tudo o que disse em seu vídeo. A Wicca não tem relação com o culto à Satanás.

São poucas coisas que nosso grupo poderia fazer para reverter essa situação. Afinal, somos apenas seis. Mas, se todos dessem as mãos e deixassem o preconceito um pouco de lado, com certeza este direito não tornaria a ser violado. Acreditamos que tudo que não é compreendido, é temido. Tornando ao exemplo da Wicca, muitas pessoas, de fato, confundem a Wicca com o ocultismo, pois não a conhecem, e a mídia a distorce. Isso acontece com diversas coisas e em diversas situações, o que leva ao preconceito. Mas, se o nosso grupo já não fizer nenhum comentário preconceituoso sobre isso, em nenhuma situação, seja falando da Wicca, do cristianismo, do judaísmo, do budismo ou qualquer outra religião ou culto, ajudamos em uma parcela.

Se não houvesse esse tipo de preconceito, não haveria tantas guerras, como, por exemplo, as que existem entre israelenses e palestinos que ocorrem no Oriente Médio. Se todos os direitos que estão na Declaração pudessem ser seguidos corretamente, o mundo daria um grande salto. Afinal, o que nos prende a essa situação deplorável na qual nos encontramos? O preconceito, o desrespeito e a falta de preocupação com o próximo. O mundo é egoísta, mas a minoria que quer mudá-lo é capaz de fazê-lo acontecer. O nosso grupo entende a importância dos direitos humanos, e os respeita sempre. Acreditamos que, se o mundo se unir, podemos mudá-lo permanentemente para melhor.

Campanha Contra o Preconceito Religioso

Direitos Humanos do Colégio Marista de Brasília Ensino Médio

1. Todos os alunos devem respeitar e ser respeitados independente de suas condições físicas, financeiras ou sexuais.
2. É necessário que o ambiente escolar seja preservado devido ao fato de que ele é de domínio e de uso do coletivo por parte dos alunos e dos funcionários do colégio.
3. Todos os alunos devem respeitar a privacidade dos outros, como por exemplo: não mexer na mochila dos demais sem a autorização do proprietário.
4. Cada aluno pode participar livremente dos eventos culturais e sociais dispostos do colégio.
5. Todo professor tem o direito de ministrar suas aulas sem interrupções. Assim como deve dar espaço aos alunos e escutar suas falas.
6. É completamente intolerável qualquer tipo de acusação e punição sem provas.
7. É estritamente proibido qualquer tipo de brigas verbais ou físicas.
8. Todo aluno tem direito a monitorias e oficinas sem custo.
9. A segurança deve ser assegurada a todos os alunos pela escola dentro do ambiente.
10. Todo aluno deve contribuir para manter a fila da cantina organizada e um ambiente escolar limpo.



Preconceito religioso

Preconceito religioso é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças ou crenças religiosos de terceiros. Poderá ter origem nas próprias crenças religiosas de alguém ou ser motivada pela intolerância contra as crenças e as práticas religiosas. A intolerância religiosa pode resultar em perseguição religiosa e ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou em outra.

O preconceito religioso está firmemente instalado em várias partes do mundo, é mais antigo do que o racismo, detalhado já na era de Cristo, há dois mil anos atrás.

A perseguição religiosa atingiu níveis nunca vistos antes na história durante o Século XX, quando os nazistas desenvolveram métodos industriais de extermínio em massa e eliminaram milhões de judeus e outras etnias indesejadas pelo regime.

Hoje em dia, um dos maiores exemplos de preconceito religioso são os conflitos no Oriente Médio. A luta entre judeus e islâmicos custa dezenas de vidas diariamente. Grupos extremistas no Iraque matam inocentes cruelmente somente porque são de outra religião.

Fonte:

http://enricows.blogspot.com.br/2011/05/o-preconceito-religioso.html

http://www.cidadaniaemrede.pt/index.php?option=com_content&view=category&id=11&Itemid=12

Imagem da nossa campanha logo abaixo

Justiça condena Band por relacionar ateus a crimes hediondos.

Essa reportagem nós mostra que o preconceito religioso não esta presente apenas nas classes ignorantes, muito pelo contrário, há casos como o de Datena, que ocorrem todos os dias. Descriminações como essas devem parar, pois são fruto de mentes que geram desrespeito e agressividade entre as religiões


O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém em função de crença ou de não ter religião são crimes inafiançáveis e imprescritíveis.

Fonte:

http://www12.senado.gov.br/jornal/edicoes/2013/04/16/intolerancia-religiosa-e-crime-de-odio-e-fere-a-dignidade


Liberdade religiosa 1ºA maristão

Título da campanha: Coexista

Slogan da campanha: Crer no que te convém, respeitar e fazer o bem.


Hashtag: #consagrarorespeitar

Human Rights

Clara Guedes n 6

Gabriel Suaiden n 14

Heloisa Heller n 19

Natalia Bonetti n 34

Thais Barros n 40

Vitor Macedo n 45

1º A

Maristão - Brasília DF