ARTIGO 4.º — NÃO À ESCRAVIDÃO

Ninguém deverá ser mantido em escravidão ou trabalho forçado

Os promotores dos direitos humanos estão de acordo em que, anos depois da sua emissão, a Declaração Universal dos Direitos do Homem ainda é mais um sonho que uma realidade. Existem violações da mesma em qualquer parte do mundo. Por exemplo, o Relatório Mundial de 2009 da Amnistia Internacional, Relatório Mundial e de outras fontes mostram que os indivíduos são:


Torturadas ou maltratadas em pelo menos 81 países;
Enfrentam julgamentos injustos em pelo menos 54 países;
A sua liberdade de expressão é restringida em pelo menos 77 países.

As mulheres e as crianças, em especial, são marginalizadas de muitas formas, a imprensa não é livre em muitos países e os dissidentes são silenciados, com frequência de forma permanente. Ainda que tenham sido conseguidas algumas vitórias em 6 décadas, as violações dos direitos humanos ainda são uma praga no nosso mundo atual.



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Infelizmente, tratar o trabalho escravo como uma página virada da história do Brasil é um erro. Como em outros países como a Ásia qu etem um número muito elevado de trabalho escravo como crianças, mulheres e homens .A Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, foi, sem dúvida, um passo fundamental para que o Estado brasileiro reconhecesse como ilegal o direito de propriedade de uma pessoa sobre a outra. O problema, no entanto, ainda persiste, embora se apresente de forma diferente da ocorrida até o século 19. Mostra disso são os mais de 36 mil trabalhadores resgatados em situação análoga à de escravo desde 1995, segundo dados do Ministério do Trabalho.




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Antes de falarmos os pontos negativos da escravidão temos que

ter um conceito básico sobre o que foi a escravidão e o prejuízo

dela nos dias atuais. A escravidão é quando um ser humano

tem direitos de posse sobre o outro, sendo assim seu dono. A

escravidão foi abolida por volta de 1800 com a lei aurea. Porem

a lei não é cumprida nos dias atuais pois ainda existem muitos

trabalhadores que são forçados a exercer certas atividades. Como

podemos ver ate os dias atuais a escravidão esta presente no

cotidiano de muitas pessoas, principalmente da raça negra. Com

isso a escravidão fere outros dois direitos humanos. Pois fere a

liberdade de muitos cidadãos e ainda vemos resquícios do racismo

presentes. Queremos acabar com isso e mostrar ao mundo que

todos somos iguais independente da cor da pele ou situação

financeira.


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No Brasil, sem acesso a terra e sem qualquer tipo de indenização por tanto tempo de trabalhos forçados, geralmente analfabetos, vítimas de todo tipo de preconceito, muitos ex-escravos permaneceram nas fazendas em que trabalhavam, vendendo seu trabalho em troca da sobrevivência. Aos negros que migraram para as cidades, só restaram os subempregos, a economia informal e o artesanato. Com isso, aumentou de modo significativo o número de ambulantes, empregadas domésticas, quitandeiras sem qualquer tipo de assistência e garantia; muitas ex-escravas eram tratadas como prostitutas. Os negros que não moravam nas ruas passaram a morar, quando muito, em míseros cortiços. O preconceito e a discriminação e a ideia permanente de que o negro só servia para trabalhos duros, ou seja, serviços pesados, deixaram sequelas desde a abolição da escravatura até os dias atuais.

A escravidão chegou ao fim, o ex-escravo tornou-se igual perante a lei, mas isso não lhe deu garantias de que ele seria aceito na sociedade, por isso os recém-libertos passaram dias difíceis mesmo com o fim da escravidão. Diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, no Brasil, após o fim da escravidão, os ex-escravos foram abandonados à própria sorte. Nos Estados Unidos, com o fim da Guerra da Secessão, a vitória do Norte sobre o Sul implicou na emancipação total dos escravos e eles foram amparados por uma lei, que possibilitou assistência e formas de inserção do negro na sociedade.


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Trabalho

Nosso trabalho e mostrar que a escravidão e que o racismo existe ate hoje em todo mundo. E mostrar que isso vem se alastrando desde quando os negros vieram para o Brasil escravizados e isso vem se arrastando ate os dias. Ate hoje muitas pessoas estão trabalhando escravizadas e o racismo esta entre elas não só as pessoas escravizadas mais na sociedade.


TRABALHO 2

Texto de Português

Escravidão e preconceito racial

Justificativa da campanha: A escravidão, nada

mais é do que a posse ilegal de um ser humano

sobre o outro. Geralmente o escravo é usado sem

remuneração financeira. A história de nosso país é

manchada pela escravidão, que geralmente ocorre

contra negros ou mestiços. Na atualidade ainda

temos muitos registros do trabalho escravo que

geralmente ocorre em situações desumanas.

Objetivo geral: Mostrar que no Brasil a escravidão

ainda é muito frequente, que ainda sofremos muito

pela nossa história que se reflete nos dias de hoje

com o preconceito racial.

Objetivo especifico: Alertar a população sobre

o trafico de pessoas, principalmente das classes

mais baixas que geralmente são as mais afetadas.

Mostrar que todos independente de cor de pele ou

gênero somos iguais e temos direitos.

Conclusão: Concluísse que todos temos direito

de escolher nosso trabalho, de ter carga horaria

de ate 8 horas por dia, e férias de 30 dias por ano.

Não devemos ficar calados diante desse regime

escravista que ocorre no Brasil, devemos respeitar

a declaração universal dos direitos humanos, afinal

nosso direito acaba aonde começa o do próximo.

Grupo

Nicolas kihoma

Pedro Bruno

Marcos

Matheus Alves

Pedro Henrique

Edo agusto

Luiz Melo

Gabriel Bandeira

Violação dos Direitos Humanos

Violação dos Direitos Humanos


Desde os tempos coloniais do Brasil existem atos relacionados ao racismo e escravidão, entre os portugueses e índios-africanos. Com o passar do tempo essa exploração com os escravos e negros, esses dados foram amenizados graças à criação dos órgãos internacionais como a ONU, UNICEF, entre outros. Porém ainda à casos de exploração dos negros e trabalho escravo no Brasil, mesmo com os Direitos Humanos. Um desses exemplos são as fazendas localizadas no Nordeste do Brasil e nas cidades do interior.