A Evolução do Basquete

O basquetebol, mais conhecido como basquete, é um esporte de grande expressão em países como Rússia, Argentina, Espanha, Canadá e, principalmente, nos Estados Unidos, onde ocorre a NBA – maior liga de basquete, a qual abrange até uma equipe canadense.

História do Basquetebol

Afirma-se que o basquete foi em criado em 1891, por um pastor presbiteriano canadense, James Naismith. Conta-se que, na Associação Cristã de Moços (ACM) de Springfield, Massachusetts, na qual Naismith era professor de Educação Física, um grupo de alunos, durante um dia frio, pediu ao seu educador que criasse um jogo coletivo que pudesse ser praticado em local fechado. Em resposta, James Naismith ordenou que os alunos dividissem-se em dois grupos. Depois definiu que os participantes só poderiam andar com a bola se quicada e que ganharia a partida, a equipe que acertasse a bola mais vezes ao cesto. Nascia assim o basquete, oficializado na própria ACM.
Como toda ideia primitiva, o basquete e suas regras evoluíram. O objetivo do jogo era que, as duas equipes, com 5 jogadores cada, tentassem acertar a bola na cesta adversária e que também tentassem impedir que a bola fosse arremessada na sua própria cesta.

Regras e Mudanças

1. A bola pode ser arremessada em qualquer direção com uma ou ambas as mãos.
Atualmente: Esta regra é ainda verdadeira, pois a bola pode ser jogada ou passada em qualquer direção. A única mudança a esta regra é a infração de backcourt. Uma vez que a bola cruza o meio da quadra, não pode ser passada para atrás da linha do meio da quadra a menos que é tocada por um jogador defensivo primeiro.

2. A bola pode ser tapeada para qualquer direção com uma ou com ambas as mãos (nunca usando os punhos).
Atualmente: A bola ainda pode ser tapeada longe com uma ou ambas as mãos. Pode ser tapeada das mãos de um jogador ou tapeada longe durante um arremesso. Esta regra levou à evolução do arremesso bloqueado, pois jogadores defensivos podem bloquear um arremesso enquanto está em seu caminho à cesta.

3. Um jogador não pode correr com a bola. O jogador deve arremessá-la do ponto onde pegá-la. Exceção será feita ao jogador que receba a bola quando estiver correndo a uma boa velocidade.
Atualmente: Um jogador não pode correr com a bola, pois ele deve driblar ou passar a bola. Um jogador correndo com a bola é indicado come "andando com a bola."

4. A bola deve ser segura nas mãos ou entre as mãos. Os braços ou corpo não podem ser usados para tal propósito.
Atualmente: A bola só pode ser segurada nas mãos ou os braços de um jogador. Um jogador não pode usar o seu corpo para segurar a bola nem obstruir a bola de ser recebida por um jogador nem de entrar na rede.

5. Não será permitido sob hipótese alguma puxar, empurrar, segurar ou derrubar um adversário. A primeira infração desta regra contará como uma falta, a segunda desqualificará o jogador até que nova cesta seja convertida e, se houver intenção evidente de machucar o jogador pelo resto do jogo, não será permitida a substituição do infrator.
Atualmente: As ofensas notadas ainda se aplicam hoje e resultam em expulsões. Como a regra de Naismith, um jogador pode ser descartado de uma partida por intenção de ferir. Uma falta intencional é desnecessário ou contato excessivo contra um oponente que resulta em dois arremessos e posse da bola. Um jogador que comete uma falta intencional pode ser expulsado do jogo ou suspendido durante um período de tempo.

6. Uma falta consiste em bater na bola com o punho ou numa violação das regras 3, 4 e 5.
Atualmente: Os jogadores da NBA são permitidos ser mais criativos, pois usam passes como o passe de peito, passe de pulo, passe atrás-das-costas e o passe fora do cotovelo, como o fez o armador Jason Willians no Rookie Challenge de 2000.

7. Se uma equipe fizer três faltas consecutivas, será marcado um ponto a mais para o adversário (Consecutivo significa sem que o adversário faça falta neste intervalo entre faltas).
Atualmente: Embora esta regra não está mais em efeito, depois de cinco faltas num quarto uma equipe está na penalidade e a equipe que foi cometida as faltas ganham dois lances livres.

8. Um ponto é marcado quando a bola é arremessada ou tapeada para dentro da cesta e lá permanece, não sendo permitido que nenhum defensor toque na cesta. Se a bola estiver na borda e um adversário move a cesta, o ponto será marcado para o lado que arremessou.
Atualmente: Esta regra mudou no sentido que a cesta agora tem um buraco e a bola não permanece aí. Entretanto, um jogador não pode tocar a borda quando a bola foi arremessada e está em seu caminho à cesta. A infração de goaltending originou desta regra.

9. Quando a bola sai da quadra, deve ser jogada de volta à quadra pelo jogador que primeiro a tocou. Em caso de disputa, o fiscal deve jogá-la diretamente de volta à quadra. O arremesso da bola de volta à quadra é permitido do tempo máximo de 5 segundos. Se demorar mais do que isto, a bola passará para o adversário. Se algum dos lados insistir em retardar o jogo, o fiscal poderá marcar uma falta contra ele.
Atualmente: A regra de cinco segundos ainda existe hoje e se um jogador não arremessa a bola dentro de cinco segundos, a bola é dada à outra equipe. A regra de cinco segundos também declara que um jogador que está in-bounds deve passar, arremessar ou driblar dentro de cinco segundos ou perderá a posse da bola.

10. O árbitro deve ser o juiz dos jogadores e deverá observar as faltas e avisar ao árbitro quando três faltas consecutivas forem marcadas. Ele deve ter o poder de desqualificar jogadores, de acordo com a regra 5.
Atualmente: Na NBA hoje há três árbitros que determinam faltas e expulsões.

11. O árbitro deve ser o juiz da bola e deve decidir quando a bola está em jogo, a que lado pertence sua posse e deve controlar o tempo. Deve decidir quando um ponto foi marcado e controlar os pontos já marcados, além dos poderes normalmente utilizados por um árbitro.
Atualmente: Os árbitros da NBA ainda determinam a posse da bola. Entretanto, há outras pessoas (timekeepers) que controlam o relógio de jogo e verificam jogadores substitutos num jogo. Um scorekeeper é uma pessoa que mantêm a estatística de um jogo tal como a contagem, estatística individual e faltas.
12. O tempo de jogo deve ser de dois meio-tempos de 15 minutos cada, com 5 minutos de descanso entre eles.
Atualmente: Isto mudou, pois os partidos da NBA atualmente incluem dois meio-tempos consistindo de quatro 12-minutos quartos. Os jogos que são empatados enquanto expira o tempo entram num período cinco minutos de prorrogação. Há uma pausa de 15-minutos entre os dois meio-tempos.

13. A equipe que marcar mais pontos dentro deste tempo será declarada vencedora. Em caso de empate, o jogo pode, mediante acordo entre os capitães, ser continuado até que outro ponto seja marcado.
Atualmente: A equipe com mais pontos no final do jogo é declarada a vencedora. Se um jogo está empatado, entra em prorrogação, que continua até que uma equipe tenha mais pontos no final de uma prorrogação de cinco minutos.

Basquete no Brasil

Depois de mais popularizado na costa leste estadunidense, o Brasil conheceu o basquete. Augusto Shaw, bacharel em Artes e conhecedor do esporte, trouxe-o para o Brasil quando veio lecionar em São Paulo, no colégio Mackenzie, em 1894. Mas quando chegou ao Brasil, o basquete, inicialmente, foi mais praticado entre as mulheres, o que resultou na aversão dos homens pelo esporte, movidos pelo forte machismo da época. Aos poucos, Shaw foi quebrando a resistência e conseguiu montar uma equipe de basquete no Mackenzie ainda em 1896. Em 1912, aconteceram os primeiros torneios de basquetebol no centro do Rio de Janeiro.


Referência: http://www.cbb.com.br/OBasquete/BasqueteBrasil

Indianápolis - 1987

Astros do Basquete

Do final do século XIX até hoje, o mundo conheceu grandes nomes do basquete. Além do grande Michael Jordan, eterno camisa 23 do Chicago Bulls, há nomes brasileiros também. Ubiratan, Amaury Passos e Hortência são de tão grande importância, que têm seus nomes no Hall da Fama da FIBA. Outro brasileiro de renome é Oscar Schmidt. Já aposentado da velha camisa do Flamengo e da Seleção Brasileira, o ex-jogador apenas narra partidas de basquete na televisão. Mas não é só de rostos antigos o Brasil se orgulhar. A NBA, hoje, conta com vários atletas brasileiros. Vale citar aqui Anderson Varejão, Leandro Barbosa e Nenê.

FIBA e competições

Em nível mundial, as competições de basquete são organizadas pela FIBA. Os principais circuitos mundiais competitivos são Campeonato Mundial de Basquete Masculino/Feminino, Olimpíadas, Pan-Americano, Campeonato Sul-Americano e o Eurobasket. Existem outros campeonatos menores como o Centrobasket. O número de países envolvidos nas competições oficiais é grande: 63 países africanos, 45 americanos, 44 asiáticos, 51 europeus e 22 da Oceania, sendo um total de 225 países associados à FIBA. Aqui no Brasil, as grandes organizadoras de competições são a CBB (Confederação Brasileira de Basketball) e a LNB (Liga Nacional de Basquete).


Referência: http://www.fiba.com

NBA x NBB

NBA é a sigla de National Basketball Association, liga de basquete profissional dos Estados Unidos, fundada em 1946. A liga possui 29 equipes dos Estados Unidos e uma equipe do Canadá. A NBA tem os jogadores mais bem pagos do mundo e é transmitida em mais de 42 países, sendo considerada o campeonato de basquete mais importante do mundo. Isso acontece devido a própria tradição local que valoriza o basquete como os brasileiros valorizam o futebol. Há também um grande investimento do governo americano para a aprimorar o esporte desde o ensino básico até as universidades, virando um grande negócio nas ligas profissionais.

No Brasil, não há incentivo governamental ou popular para o basquete. Os atletas brasileiros não recebem o devido reconhecimento, preferindo, muitas vezes, jogar em outros países. Assim, a NBB é uma liga com 18 clubes filiados e menor influência nacional.


É possível notar a diferença a partir dos salários dos jogadores. Mesmo com teto salarial, os atletas da NBA fazem milhões por mês. Por exemplo, o pivô Nenê recebe US$ 13 milhões por ano no Washington Wizards enquanto os maiores salários da NBB estão por volta de R$ 50 mil mensais. E no futebol, esporte mais popular do Brasil, os salários estão na casa de R$ 1 milhão mensais.


Referências: http://www.brasilescola.com/educacao-fisica/basquetebol.htm

Esporte e Tecnologia

Como é sabido, o conhecimento sobre determinado assunto ajuda a aprofundar e encarar os desafios que este assunto aborda. Esta lógica não é diferente entre a tecnologia e o esporte: o que era impossível, no âmbito esportivo, há décadas atrás, hoje já é ultrapassado. Uma prova disto é a análise dos resultados das Olimpíadas atuais e das Olimpíadas antigas: cada quatro anos passados, recordes são batidos.


Este fato levanta várias discussões e é importante responder a mais interessante: até onde vai o rendimento humano em meio abundante tecnologia?


Ao contrário do que se pode pensar, o rendimento humano não fica desqualificado ou desmerecido mediante tantos favorecimentos. O fator que não impulsionou o homem a alcançar e romper as barreiras que hoje já rompe, foi justamente o desfavorável material que havia antigamente. Com novos estudos e recursos, a comunidade esportiva, recebeu boas notícias, pois o que era impossível romper passou a ser possível. A capacidade humana de obter melhores resultados é de ótimo agrado. Os níveis e os limites do corpo humano e capacidade mental são testados gradativamente, de acordo com o avanço tecnológico.


Referência: http://www.confef.org.br/extra/revistaef/show.asp?id=3449

Arremesso diferente do Alex no basquete (SporTV)
Lil Bow Wow - Basketball

Integrantes

Azul Fariña (02)

Camila Brandão (09)

Elisa Grossi (12)

Felipe Vanderlei (15)

Gabriel Breves (16)

Gabriela Sabadini (18)

Isadora Almeida (21)

Lucas Matos (24)

Luisa Moretti (25)

Pedro Gabriel (30)

Henrique Gabriel (36)