Basquete

Introdução ao Basquete e o uso da tecnologia no esporte

Introdução ao Basquete

Criado por James Naismith, professor de Educação Física da Associação Cristã de Moços de Springfield, em 1891 nos Estados Unidos, o basquete é um esporte jogado no mundo todo até hoje. No século XX o esporte começou a se espalhar pelo mundo, chegando, assim, no Brasil e entrando nos Jogos Olímpicos.

Hoje em dia, o basquete se tornou uma forma de unir as pessoas de diferentes continentes, tendo, como esse objetivo, o programa “Basquete sem Fronteiras”, desenvolvido por países do mundo todo. “O Basquetebol Sem Fronteiras é um programa global que reúne gente ao redor de vários continentes para discutir sobre temas de importância social como a educação e a prevenção do vírus HIV/AIDS e se focaliza na vida saudável e na educação”, disse David Stern, Comissionado da NBA.

O esporte se tornou tão popular, que tem federações nacionais e internacionais em diversos países, podendo-se destacar a NBA, dos Estados Unidos, e a NBB, do Brasil.

No Brasil, há ligas de basquete em universidades e em times conhecidos de futebol e regatas. Há um incentivo do governo para o esporte, como demonstra a instalação de quadras poliesportivas em comunidades carentes do Rio de Janeiro.

A tecnologia no esporte

A tecnologia no basquete, e em outros esportes, é de vital importância em times profissionais e para aqueles interessados no aperfeiçoamento de habilidades em cada modalidade. É possível fazer simulações e analisar os movimentos do atleta, com o fim de gerar resultados positivos na habilidade de cada um e do time como um todo.



A internet, e a tecnologia no geral, é muito usada por personal trainers e por técnicos de times profissionais. Há uma grande variedade de aplicativos para iOS e Android, que visam, acima de tudo, o preparo físico. Um exemplo é o “Medida Certa”, elaborado pelo Fantástico.



Não importa quem começou o jogo, mas quem chegou ao final - John Wooden, treinador de basquete.

Nossa equipe de alunos do 2ºH do Colégio Maristão, orientada pela professora Angélica Gama de Educação Física desenvolveu um projeto com o objetivo de identificar as influências da tecnologia no basquete. O trabalho foi dividido em etapas. Em sua primeira etapa tivemos como objetivo o conhecimento acerca da introdução do basquetebol. Na segunda, analisamos na sala interativa revistas e alguns sites sobre as tecnologias de informação no basquete. Na terceira, analisamos o arremesso de três integrantes do grupo, através de fotos, vídeos e pesquisas que possibilitaram enxergar equívocos mais detalhadamente e planejar melhores performances. A seguir, fotos dos integrantes e videos.
Basquete - part.1
Basquete - part.1
Basquete - part.2
Basquete - part.2
Basquete - part.3

Análise das imagens/sugestões para a melhoria do rendimento dos arremessadores

Nas duas primeiras e nas três últimas cestas dos vídeos localizados na parte 1, além da posição dos pés terem sido trocadas, o pé de lado contrário da mão com a qual se arremessa está a frente do outro, sendo o oposto o correto. A bola não se encontra na altura do peito, as pernas não são flexionadas na proporção da distancia a cesta, assim como a distensão das pernas e dos braços não são completas, influenciando na força do arremesso. Já na terceira cesta da mesma arremessadora a posição dos pés são corrigidas, o pé de mesmo lado da mão com a qual se arremessa tem de estar paralelo ao outro, a bola se encontra na altura do peito e a flexão e distensão das pernas e braços são realizadas com maior amplitude. A diminuição da distância entre a arremessadora e a cesta favoreceu uma trajetória mais curta, exigindo menor força e resultando assim num melhor resultado.
Nas cinco cestas, encontradas nos vídeos localizados na parte 2, que não resultam em acerto, a arremessadora não utiliza métodos da posição básica, como em que o pé de mesmo lado da mão com a qual se arremessa tem de estar paralelo ao outro, da posição intermediária em que a mão com a qual se arremessa deve estar abaixo da bola, enquanto a outra serve de apoio na lateral correspondente. No entanto realiza de maneira correta o arremesso na posição final, em que um dos elementos é distender as pernas e os braços, pois a direção da bola é dada pela distensão quase vertical do braço, embora não seja com tamanha amplitude.
Em todos as tentativas do arremessador, que encontra-se no vídeo localizado na parte 3, não tem sucesso, devido o não seguimento dos preceitos estabelecidos pela posição básica, pé de mesmo lado da mão com a qual se arremessa tem de estar paralelo ao outro e pernas flexionadas na proporção da distância do arremessador a cesta, na posição intermediária não utiliza a mão com a qual se arremessa deve estar abaixo da bola, enquanto a outra serve de apoio na lateral correspondente e na posição final não distende as pernas e os braços, ao mesmo tempo em que não flexiona o pulso na direção da cesta.
Nos momentos em que ocorreu falha ao arremessar, todos cometeram o erro de não deixar o pé de mesmo lado da mão com a qual se arremessa, paralelo ao outro e a distensão das pernas, no entanto outros fatores afetaram esta falha em cada um dos casos, como no do arremessador que encontra-se na parte 3, este não flexiona as pernas. Duas variáveis físicas são importantes na finalização do arremesso, o ângulo do braço distendido e a altura máxima que a bola alcança na sua trajetória à cesta, no caso da arremessadora da parte 2, o segundo fator a favorece em razão de sua estatura, pois o ponto mais alto da trajetória da bola está praticamente equidistante da cesta e do arremessador e quanto maior o ângulo do arremesso maior o diâmetro do aro relativo a bola e maior são as chances de fazer a cesta

Conhecendo técnicas, melhorando o rendimento

Apesar das dificuldades de alguns componentes do grupo em incorporar as recomendações, após considerarmos algumas técnicas como jogar a bola na altura do peito, deixar as pernas flexionadas na proporção da distancia à cesta, corrigir os pés estando paralelos e distender pernas/braços, houve uma grande influência na força do arremesso e, consequentemente, o número de conversões individuais de cada participante aumentou significativamente, evidenciando a hipótese de que o movimento pode ser melhorado a partir da observação com o auxílio da tecnologia de informação(fotos/filmagens). Você também pode melhorar seu rendimento aplicando alguns métodos básicos como:


Conhecer seu alcance: Determinar seu alcance é fácil. No momento em que você não conseguir manter a postura adequada para fazer um arremesso para a cesta, então você terá ido além de seu alcance. Fique equilibrado: Nem mesmo o melhor jogador do mundo pode fazer arremessos de forma consistente quando está desequilibrado. Certifique-se de que seu peso esteja distribuído uniformemente.


Basear-se em seu sistema de orientação: Todo grande arremessador utiliza as mesmas técnicas fundamentais ao soltar a bola. Mantenha seus cotovelos para dentro e a bola de basquete nas pontas de seus dedos e fora da palma da sua mão.

Desmunhecar:Continue até fazer seu pulso dobrar para baixo.


Arremessar a bola para cima e para fora e não diretamente para a cesta.


A SEGUIR, FOTOS DO GRUPO EM SEU MELHOR DESEMPENHO:

Curiosidades: tecnologia no esporte/basquete

No ano de 2009 foi lançado um aparelho que ajuda o árbrito, o "Digital Scoresheet". O aparelho fica com os árbritos da mesa e quando ocorre um lance difícil, duvidoso os ábritos recorrem ao aparelho para rever o lance.
A Nike apresentou sua nova tecnologia de calçados e vestuário que os jogadores de basquete norte-americanos utilizarão nas Olimpíadas de Londres.
A Nike Hiper Elite Jersey, é um uniforme que permite maior flexibilidade dos atletas, já que não possui emendas em parte alguma. O short é 14 gramas mais leve que o normal, permitindo melhor movimentação. A camisa possui um sistema único de ventilação, fazendo com que o suor não fique no tecido e a camisa não grude no atleta.
Já o Nike Lunar Hyperdunk, calçado que será usado pelos astros da NBA, tem como diferencial o amortecimento, colaborando muito com a impulsão dos atletas. Além disso, ele é menor na parte traseira, aumentando a estabilidade lateral, no calcanhar e tornozelo.
Os novos acessórios foram feitos com 90% de garrafas pet recicladas.
▪O basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. Os jogadores eram ex-soldados do exército norte-americano feridos durante a 2ª Guerra Mundial.
A modalidade é uma das poucas que esteve presente em todas as edições dos Jogos Paraolímpicos.
O basquete em cadeira de rodas foi a primeira modalidade paraolímpica a ser praticada no Brasil, em 1958. Os principais responsáveis pelos primeiros passos foram Sérgio del Grande e Robson Sampaio.
A modalidade é praticada por atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora, sob as regras adaptadas da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF).
As cadeiras são adaptadas e padronizadas, conforme previsto na regra. A cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico.
No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC) .
Cada atleta é classificado de acordo com seu comprometimento físico-motor e a escala obedece aos números 1, 2, 3, 4 e 4,5.
Para facilitar a classificação e participação dos atletas que apresentam qualidades de uma e outra classe distinta (os chamados casos limítrofes) foram criadas classes intermediárias: 1,5; 2,5 e 3,5.
O número máximo de pontuação em quadra não pode ultrapassar 14 e vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor a classe.
▪A empresa InfoMotion Sports Technologies, junto com a Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu uma bola de basquete inteligente, onde o objetivo é avaliar a habilidade do atleta.
Durante o jogo, o dispositivo captura as informações da bola e envia, via wireless, os dados para um computador, que por sua vez, produz uma composição de cada tiro/lance e analisa o desempenho. Segundo Crowley, com os resultados disponíveis ao treinador, ele pode ajudar a melhorar as habilidades necessárias dos jogadores para ter um bom desempenho em quadra.
O software consegue mapear com detalhes todo o movimento de um jogador, sendo possível diagnosticar a personalidade das habilidades de cada um, além disso, a empresa afirma que é possível prescrever exercícios com o objetivo de melhorar o desempenho.

Bons momentos do Basquete! : D

The Greatest Moments in Basketball

Componentes do grupo

Ana Luísa Pires – 01


Danilo Lucena – 08


Karolina Albuquerque - 21


Larissa Teixeira – 22


Luiza de Oliveira – 29


Maria Fernanda – 32


2º H