A Era do Basquete

Trabalho de Educação Física 2º ano A

Introdução

Em 1891 surge nos Estados Unidos, criado por James Naismith (professor de Educação Física da Associação Cristã de Moços de Springfield– EUA), o basquetebol. Entre os principais atletas estão: Michael Jordan, Oscar Schmidt, Magic Johnson, Larry Bird, entre outros. No início do século XX o basquete começou a se espalhar pelo mundo.


Ligas e federações começaram a organizar campeonatos e o esporte começou a fazer parte dos Jogos Olímpicos. Além de estar organizado profissionalmente, este esporte é presença obrigatória nas aulas de Educação Física de escolas e faculdades brasileiras.


A National Basketball Association (NBA) é a principal liga de basquetebol profissional da América do Norte, com 30 franquias ela também é considerada a principal liga de basquete do mundo. É um membro ativo da USA Basketball (USAB), que é reconhecida pela Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) como a entidade máxima e organizadora do basquetebol nos Estados Unidos. Os jogadores da NBA são os mais bem pagos do mundo. Por ser o 2º esporte mais praticado no mundo, estando apenas atrás do futebol, o Basquete possui praticantes por todo o mundo.


O basquete é um esporte altamente popular nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, temos vários atletas que deixaram suas marcas não somente aqui em nosso país, mas que também ficaram mundialmente conhecidos, como é o caso de Hortência, Paula, Janeth, Oscar Schmidt. Mas, infelizmente, tal esporte não tem aceitação popular em nosso país, de modo que sua prática se restringe às escolas e aos clubes. Entre os nomes de atletas brasileiros que atuam no exterior estão, além de Oscar Schimidt, Amaury Antônio Pasos, Togo Renan Soares (o Kanela), Érika de Souza, Rafael Luz, entre outros.

Baquetebol em cadeira de rodas

O basquetebol em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. Os primeiros jogadores eram ex-soldados do exército norte-americano feridos durante a 2ª Guerra Mundial. O basquete em cadeira de rodas foi a primeira modalidade paraolímpica a ser praticada no Brasil.


Atualmente a modalidade é praticada por atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora, sob as regras adaptadas da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). As cadeiras são adaptadas e padronizadas, conforme previsto na regra. A cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico.

Tecnologia da informação e esportes de alto rendimento

A tecnologia de informação auxilia no basquetebol de várias maneiras.

Temos vários exemplos, como: câmeras que ajudam o atleta a ter um melhor desempenho, melhores avaliações das jogadas com tecnologias que gravam e/ou tiram foto; aperfeiçoamento da habilidade do atleta através de simulações de realidade virtual; melhor locomoção com tênis próprios para o esporte e cada tipo de pisada; bolas mais próprias para o esporte; melhor decisão dos juízes revendo gravações, assim, possibilitando um jogo mais justo, fazendo com que o time ganhe por mérito próprio.


A tecnologia além de ajudar os competidores da modalidade, também melhora a visão dos telespectadores sobre o jogo. Com o desenvolvimento de programas modernos de visualização com alta capacidade para reprodução e exibição do esporte. Os resultados da reprodução gráfica são combinados com sequências em vídeo para oferecer ao telespectador uma forma familiar de exibição em movimento, enquanto ainda fornecem modelos de performance que ajudam a explicar a vitória e a derrota das equipes.


No basquete, o Digital Scoresheet é um símbolo de revolução. Esse aparelho filma o jogo ao vivo, caso haja uma jogada polêmica o juiz principal recorre ao aparelho junto aos demais árbitros da mesa e verifica a jogada.

Essas inovações tornam mais fácil a verificação da saúde das pessoas, facilitando o direcionamento das atividades físicas. Além disso, fazem com que as próprias atividades físicas sejam mais fáceis de serem executadas e assim, melhoram o condicionamento físico das pessoas.

Perfil de estrela

Como converter o maior número de bolas?

A única forma de fazer isso é arremessando da maneira certa. É fácil. Apenas tente estas técnicas e você conseguirá.


  1. Se você for destro, posicione a bola do seu lado direito. Se você for canhoto, posicione a bola do seu lado esquerdo.


  2. Posicione o pé que está localizado no lado da sua mão levemente à frente do outro. Mantenha seus pés e ombros alinhados.


  3. Certifique-se de que você está equilibrado.


  4. Mantenha seus cotovelos o mais centralizado possível e numa posição confortável.


  5. Independente de onde você esteja posicionado, olhe para a parte de trás ou da frente do aro.


  6. Quando você arremessar, certifique-se de que seu braço vá reto pra cima, flexione seu punho e dê sequência ao movimento. Mantenha sua mão para cima até a bola tocar o aro.


  7. Certifique-se de soltar a bola da ponta dos seus dedos para ter mais controle. Você também deve retirar a outra mão da lateral da bola na metade do movimento de arremesso a fim de guiá-la melhor. Se você arremessar a bola com uma só mão ao final, conseguirá uma melhor rotação da mesma.


  8. Você também pode pular enquanto arremessa.

1,2,3 teste

Após aprofundarmos nosso conhecimento sobre o basquetebol, nosso grupo teve a ideia de fazer um teste para ver como seria o desempenho de três indivíduos na realização de lances livres.

A primeira etapa consistiu em uma série de 10 arremessos, onde cada um arremessou as 10 bolas da sua própria maneira. Ao final desta etapa foram feitas análises em cima das posições ''ideais'' para um bom arremesso de cada aluno.

Na segunda etapa, houve a repetição do procedimento anterior, porém, dessa vez com a utilização das sugestões para melhoria do rendimento para o arremesso dos 10 lances livres.

A terceira etapa consiste em uma conclusão sobre a intervenção da tecnologia nos esportes atualmente, visando o aumento do desempenho do atleta.

1ª etapa

10 lances - Thiago
Thiago Leal: Durante os arremessos, o aluno estava com os joelhos adequadamente flexionados e com os pés posicionados de forma correta, porém ao lançar a bola o aluno não manteve o ângulo correto dos braços, esticando-os demasiadamente e a força aplicada foi muito intensa, mais do que o necessário.

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10 laces - Mariana
Mariana: A aluna posicionou de forma correta os pés, porém, durante alguns lançamentos os pés acabaram ficando paralelos. O joelho foi mais flexionado que o necessário, em determinados momentos, os cotovelos abriram para os lados, fazendo com que o ângulo adequado para o lançamento da bola não fosse alcançado. A intensidade com a qual a bola foi lançada foi pequena. Nos momentos em que a aluna pulou (quando foi possível a conversão da bola), ocorreram novamente os mesmos erros, com exceção de que a intensidade no lançamento da bola foi maior!

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10 lances - José Victor
José Victor: Ao lançar a bola o aluno estica muito os braços e depois os joga para trás, o que é desnecessário e só faz com que o esforço para o lançamento seja maior. Os pés estão afastados, deveriam estar mais juntos. A flexão do joelho varia, há momentos em que ele é flexionado demasiadamente e há momentos em que a flexão é pequena demais. Os pulos são curtos e com pouca intensidade.

2ª etapa

3ª etapa

Após as correções realizadas em relação ao ângulo em que os braços deveriam estar posicionados para que se possa arremessar a bola, à flexão dos joelhos e ao alinhamento das pernas, observamos que houve um aumento considerável no número de conversões. A conclusão, geral, foi de que com o uso da tecnologia se tornam mais rápidas e fáceis as análises dos movimentos de cada jogador, possibilitando um maior melhoramento no desempenho do atleta, uma vez que é mais fácil identificar qual a falha que o mesmo está cometendo por meio de filmagens e/ou fotos.

Time nota 10