Declaração dos direitos humanos

Violações

Art 3 - Lucas Mello 22 ,Gabriel Carvalho 10, Joao Felipe 17, Antonis Rodopoulos 2.

Artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos

O direito a vida

A violação desse direito é mais comum do que parece. A polícia, ao matar um criminoso, fere esse direito; ao forçar dependentes químicos, seja essa dependência por droga ou por bebida, a se internar em locais de apoio, você fere o direito a liberdade.

Alguns exemplos:

- O massacre do Carandiru ocorrido em São Paulo, exemplifica uma ação da polícia que foi contra o direito a vida. Havia uma briga entre os detentos e a polícia interviu para conter o ímpeto dos presos. O problema está no fato do exagero da polícia que realizou, literalmente, um massacre. Presos que sobreviveram contaram que muitos mortos já haviam se rendido e outros estavam escondidos em suas selas. Esse caso praticamente já foi esquecido e a maioria dos culpados não foram punidos.

- No Brasil, existe uma lei que permite a internação compulsória, que é a internação de viciados que são considerados ameaças a sociedade. Isso se opõe ao direito a liberdade, mas somos a favor dessa lei.

Então, para tentar resolver esses empecilhos, nós brasileiros podemos criar grupos de debate para conversar sobre soluções para esses problemas. Uma solução possível pode ser a fiscalização sobre muitos casos que já foram esquecidos no cenário do país, como o massacre do Carandiru. Outra alternativa é caso você tenha um dependente químico em sua família ou ele seja seu amigo, converse com paciência e com calma para mostra-lo que ele não está sozinho. O apoio é fundamental para impedir a internação forçada e logo impedindo o não cumprimento desse direito dado a todo cidadão.

Porém, a declaração dos direitos humanos não é conhecida a nível mundial e se fosse talvez a situação seria outra, e menos povos descumpririam esses direitos. É necessário uma maior divulgação e já!

Estima–se que 6500 pessoas foram mortas em combate armado no Afeganistão em 2007, quase a metade delas foram mortes de civis não combatentes nas mãos de insurgentes. Centenas de civis também foram mortos em ataques suicidas por grupos armados.

No Brasil em 2007, conforme os números oficiais a polícia matou pelo menos 1260 pessoas, o total mais elevado até à data. Todos os incidentes foram qualificados oficialmente como “atos de resistência” e receberam pouca ou nenhuma investigação.

No Uganda, 1500 pessoas morrem a cada semana nos acampamentos de pessoas internamente refugiadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 500.000 morreram nestes acampamentos.

As autoridades vietnamitas levaram à força pelo menos 75.000 dependentes de drogas e prostitutas para 71 acampamentos de “reabilitação” superlotados, qualificando os detidos como “de alto risco” de contrair HIV/SIDA, mas sem prover nenhum tratamento.