Basquete e Tecnologia

Como as inovações do século XXI influenciam esse esporte?

O Basquete: ontem, hoje e (um possível) amanhã

O basquetebol (ou simplesmente basquete) surgiu no ano de 1891, nos Estados Unidos. Seu criador foi o professor de Educação Física James Naismith, docente da Associação Cristã de Moços de Springfield (estado de Massachusetts). O primeiro jogo desse esporte foi uma partida interna, sem espectadores, entre duas equipes dessa associação no dia 20 de janeiro de 1892. Só em 11 de março desse mesmo ano é que houve a primeira partida assistida por um público de fora da Associação Cristã de Moços.
Com o passar do tempo, o esporte foi ganhando cada vez mais popularidade. Nos dias de hoje, sua fama é tanta que existem vários circuitos competitivos no mundo todo. Dentre eles, o de maior peso é, sem dúvida, a Copa do Mundo de Basquetebol, torneio realizado a cada quatro anos que envolve as seleções nacionais de basquete. A organização de eventos desse naipe é feita pela FIBA (Federação Internacional de Basquete), associação que atua na regularização das normas do basquete em nível mundial.
O basquete é muito praticado em países como Brasil, Argentina e Espanha. Porém, o título de grande potência do esporte atualmente pertence aos Estados Unidos. Nesse país, há vários times de renome com inúmeros jogadores talentosos e eficientes. Isso faz com que o basquetebol seja um símbolo da nação. Símbolo esse que acaba caindo nas mãos da mídia, que se usa da prática desse esporte para vender camisetas de times, tênis de certo jogador famoso etc.
A mídia também é responsável por promover a NBA, a principal liga de basquete profissional da América do Norte. Composta por 30 times, a NBA é sinônimo de auge da carreira esportiva no basquete para muitos atletas dessa modalidade, uma vez que seus jogadores são os mais bem pagos do mundo. Por esse motivo, muitos jogadores brasileiros saem do seu país de origem para jogarem nessa liga. Como o basquete ainda está crescendo no Brasil, eles não encontram grande projeção profissional nas suas terras e vão buscá-la no exterior. Porém, tal realidade está mudando juntamente com a qualidade das competições nacionais, o que proporciona ao brasileiro a apreciação de um outro esporte diferente do tradicional futebol.

Tecnologia: o futuro do esporte

O século XXI está deixando sua marca na história como a Era da Tecnologia da Informação. A cada dia, percebe-se cada vez mais a presença dessa tecnologia em vários âmbitos da vida, como no meio esportivo. Ela proporciona aos técnicos a oportunidade de auxiliar o atleta na melhoria de seu desempenho físico, técnico, tático e psicológico por meio de roupas e aparelhos que monitoram ou auxiliam os movimentos do atleta. Também auxilia árbitros a tomar decisões mais precisas e objetivas em certas situações que precisam de uma análise mais minuciosa.
Já no caso particular do basquete, há várias formas de tecnologia inseridas na prática de tal modalidade esportiva. Um exemplo claro disso está no trabalho com a aerodinâmica das bolas utilizadas em jogos desse esporte. Trata-se de uma entre as variadas formas de usar as inovações da geração contemporânea em prol da prática esportiva e da qualidade de vida.

É o basquete incluindo a tecnologia...

Paraolimpíadas - Basquete

... e a tecnologia incluindo os deficientes!

Pesquisa: como a tecnologia pode intervir nos resultados obtidos em arremessos de basquete?

Para perceber a relação entre tecnologia e basquete, o grupo usou-se de um artefato tecnológico típico dos dias de hoje: o celular. Com a câmera desse aparelho, conseguimos filmar as jogadas dos alunos e tirar fotos das mesmas. Assim, ao vermos essas filmagens e fotografias, conseguimos identificar por que, em algumas vezes, o aluno não conseguia acertar a cesta. Foram detectados erros, como: uso inadequado da força, posição incorreta das mãos, posição errada dos pés, extensão falha do braço etc. Com essa análise em mãos, os alunos sabiam em que aspecto haviam falhado e jogaram novamente. A diferença é que, na segunda vez, eles tentaram corrigir seus erros. Como resultado, a maioria dos estudantes tiveram resultado melhor, ou seja, acertaram um maior número de cestas.
A seguir, há uma galeria com fotos de lançamentos fracassados dos alunos que realizaram o teste. Entenda o que houve de errado em cada um deles.
Agora, vamos analisar fotos da segunda tentativa, sendo esta após a análise dos primeiros resultados. Como exemplificação, vamos observar o aluno Vitor Guerra, que, dentre os demais, apresentou os melhores resultados (de 2 arremessos corretos entre 10 para o score de 4 arremessos corretos entre 10).

Pois é, a análise dos lançamentos e a correção dos erros cometidos em treinamentos evitam situações como esta:

Jogador de basquete faz pior arremesso da história

... e preparam jogadas como esta:

Cesta de 3 pontos do Marcelinho !

Conclusão: esporte e tecnologia formam uma ligação saudável?

Após várias etapas de estudo e de pesquisa, o grupo conclui que a resposta lançada no título é "sim". A partir de um equipamento eletrônico típico da contemporaneidade (o celular), tivemos a possibilidade de registrar os lançamentos dos alunos, analisá-los com cautela e apontar erros em tais jogadas. Essa análise poderia ter sido feito com papel e lápis, mas acreditamos que o resultado não seria o mesmo, uma vez que as novas tecnologias facilitam essa percepção.
Considerando todas as etapas deste trabalho, conclui-se que o esporte não deve ignorar os avanços tecnológicos do séculos XXI porque estes podem ser de extrema utilidade para as práticas esportivas. Por outro lado, a tecnologia não deve ser entendida como sinônimo de sedentarismo, pois ela, como já foi explicitado, pode se relacionar com a atividade física em prol da saúde e da qualidade de vida. Desse modo, se bem trabalhada pelos profissionais da área, essa relação entre esporte e tecnologia tende a durar por muito tempo para trazer benefícios para todos.

Integrantes do grupo - 2º A

  • Isabela Caixeta (nº 16);
  • João Vitor Alencar (nº 20);
  • Júlia Uchôa (nº 23);
  • Larissa Martins (nº 26);
  • Paola Saraiva (nº 35);
  • Rafaela Araújo (nº 36);
  • Vitor Guerra (nº 47).