As superbactérias

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As bactérias foram um dos primeiros seres vivos a surgirem no planeta e sofreram uma serie de mutações espontâneas e recombinações. Hoje, se encontram em todos os habitats diferentes sendo essenciais à vida, e muitas delas estão presentes em nosso corpo auxiliando em diversas funções. A resistência desses organismos aumentou na proporção que sua variabilidade genética favoreceu a sobrevivência das bactérias mais aptas ao longo da seleção natural. Elas lutam pela sobrevivência da espécie, adaptando-se e desenvolvendo mecanismos de defesa cada vez mais sofisticados. Com isso, podem neutralizar ou destruir a ação de certos medicamentos, que são justamente os antibióticos que usados indiscriminadamente, aumentado a resistência bacteriana.


Um exemplo clássico de neodarwinismo são as “superbacterias”. Essa teoria trata-se de um darwinismo atualizado com as modernas descobertas sobre hereditariedade. O neodarwinismo é baseado nas ideias de Darwin e considera que as mutações gênicas e a recombinação das mesmas geram a variabilidade gênica entre as espécies. Essa variabilidade sofre uma seleção natural gerando indivíduos adaptados às condições do meio. Segundo essa teoria três fatores explicam o mecanismo da evolução: seleção natural, mutação, que explica as variações hereditárias, e recombinação gênica.

As bactérias se proliferam, promovendo sua adaptação aos antibióticos, ou seja, ao meio, por isso vem sendo uma grande ameaça a saúde pública, e vem causando polêmica entre os cientistas e médicos. Uma das “superbacterias” mais abundante nos dias de hoje é a KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase) . O contágio é feito através de contato com secreções e o ambiente hospitalar, local mais comum de proliferação. Pode causar pneumonia, infecções no sangue e no sistema urinário entre outros problemas. Caso não seja combatida de forma correta, pode gerar um quadro de infecção generalizada, efeitos colaterais indesejados, podendo levar à morte.


Para evitar o fortalecimento de bactérias multiresistentes, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai elaborar uma norma para diminuir a comercialização indiscriminada de antibióticos. A automedicação de antibióticos é perigosa e somente um médico pode recomendar o seu uso. Afim de evitar a irradiação das superbacterias, os cientistas recomendam, que haja identificação imediata e que o paciente seja rapidamente isolado, e a melhoria da higiene de seus materiais hospitalares.

Maria Luisa Matos 46

Beatriz Siqueira 48

Luana Santiago 26

Ana carolina Andrade 1

Natália Diaz 36