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Moradora de rua mata homem a tesouradas no Comércio


Uma moradora de rua matou um homem com uma tesoura na tarde da última segunda-feira (15) no bairro do Comércio. De acordo com a Polícia Civil, Eronildes Eduardo das Virgens, 46 anos, também era um morador de rua e foi atacado pela mulher após um desentendimento com ela.

Socorro Gomes da Silva, 47 anos, cometeu o homicídio nas proximidades do Mercado do Ouro, por volta de 15h, quando ela atingiu a vítima no olho e na barriga. Ainda segundo a Polícia Civil, ambos eram consumidores de drogas e já se desentendiam há algum tempo.

Maria do Socorro também é suspeita de matar o seu marido, Gilberto Ferreira de Souza. Ele foi encontrado morto em janeiro deste ano, vítima de enforcamento.

Ainda ontem a moradora de rua foi presa por volta de 17h no bairro de Santo Antônio e foi autuada em flagrante. Ela se defendeu dizendo que agiu em legítima defesa e segue custodiada na carceragem feminina da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca), em Brotas, à disposição da Justiça.






http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-3/artigo/moradora-de-rua-mata-homem-a-tesouradas-no-comercio/


Justiça condena ginecologista a 6 anos de prisão por abuso sexual

As agressões teriam ocorrido num intervalo de sete meses, entre julho de 2009 e fevereiro de 2010. De acordo com as vítimas, o médico Lauro Estevão Vaz Curvo tocou-as de forma maliciosa durante exames

Um ginecologista da rede pública de saúde foi condenado a seis anos e seis meses de prisão suspeito de ter abusado de duas pacientes no Centro de Saúde de São Sebastião. Os atos de violência sexual contra as mulheres — uma delas adolescente e grávida de cinco meses — teriam ocorrido num intervalo de sete meses, entre julho de 2009 e fevereiro de 2010. De acordo com as vítimas, o médico Lauro Estevão Vaz Curvo tocou-as de forma “maliciosa” durante exames. Ainda cabe recurso.

Em um dos procedimentos, ele se recusou a usar luvas para fazer o toque. Na denúncia, a paciente grávida disse que Lauro prometeu conseguir um amigo para fazer o parto cesáreo dela, com a condição de que a moça aceitasse fazer um programa com ele. Na mesma ocasião, o profissional teria elogiado as partes íntimas da jovem. À outra paciente, o médico dirigiu palavras obscenas enquanto a avaliava. As duas mulheres denunciaram Lauro Estevão à direção da unidade de saúde, que encaminhou o caso à Secretaria de Saúde.

As denúncias chegaram à Promotoria de Justiça de Defesa dos Usuários de Serviços de Saúde (Pró-Vida), que iniciou as investigações. Durante as oitivas com as vítimas e as testemunhas, os promotores entenderam haver elementos para pedir o indiciamento do ginecologista.

Demissão
A situação de Lauro Estevão Curvo é delicada inclusive na esfera administrativa. O corregedor-geral da Secretaria de Saúde do DF, Maurício de Melo Passos, estuda a denúncia, e a primeira providência foi afastá-lo da atividade. Ele estima que, até o fim de julho, tenha condições de dar um parecer sobre o caso. Embora a condenação na Justiça não interfira no julgamento do processo administrativo, Maurício de Melo frisa que levará em consideração a manifestação do juiz na hora de decidir quais sanções serão aplicadas.

O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Iran Augusto Cardoso informou que uma sindicância foi aberta, mas o resultado dela ainda carece de alguns procedimentos formais. De acordo com ele, a denúncia é extremamente grave e fere o código ético dos médicos. Se no âmbito administrativo ficar comprovado o abuso, o ginecologista pode ter o registro cassado.

A reportagem do Correio ligou para os telefones celular e do escritório do advogado de Lauro Estevão, mas ninguém atendeu as ligações.






http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2013/06/04/interna_cidadesdf,369629/justica-condena-ginecologista-a-6-anos-de-prisao-por-abuso-sexual.shtml


Comentários

Ambas as reportagens fazem alusão ao naturalismo, pois retratam o instinto humano.


A primeira notícia traz dependentes químicos agindo sob o efeio da droga. Os envolvidos da notícia vivem em uma situação extrema de pobreza, na qual não possuem domicílio, subsistência e conforto. Diante disso, agem com o instinto humano desequilibrado.


No segundo caso, o médico age como um animal, ele não tem controle sob suas atitudes e age por impulso. Ao ver mulheres vulneráveis, o doutor abusava sexualmente das mesmas. O instinto humano, às vezes, causado por uma disfunção psiquiátrica remete ao estado animal do homem.