Artigo 5º

Integrantes: 5, 9, 19, 29 e 34

Texto Base - Artigo III

Justificativa:

É importante ressaltarmos estes pontos onde há os que lutam e os que estão sendo ajudados graças a uma classe hierárquica que o próprio governo nos impôs e que agora deve ser quebrado, mostrando que todos podemos lutar pelo que é nosso por direito. A proposta ambiciona um mundo mais justo onde as pessoas sabem o que querem e lutam por suas ideias com a diferença de que também crêem que é possível lutar por aqueles que não tem autonomia por si mesmos.

Objetivo Geral:

Atender a demanda dos que sofrem pela falta de respeito e justiça, alterando o contexto histórico atual para incluí-los como público participante na luta por seus direitos, na construção de uma sociedade mais justa e no crescimento de caráter daqueles que não cooperam.

Objetivos Específicos:

1 º: criar o espírito de coragem e dedicação naqueles que se sentem lesionados por meio da falta de seus direitos.

2 º: levar o público a participar ativamente pelo sim de seu país e seus cidadãos.

3 º: despertar aqueles que podem ajudar mais não se comprometem, em troca daquilo que melhor lhes forem oferecidos.

Estratégias:

O planejamento é definir a ideia por meio de propagandas sociais e redes sociais, o que pode parecer o mesmo mas existe diferença quanto ao público e o cenário em que é pregado; onde aqueles injustiçados não precisam se identificar.





Igualdade com Liberdade

É possível perceber facilmente que o Artigo 5º é muito violado. Por exemplo, muitas pessoas não possuem moradia, o que coloca em risco sua segurança e sua vida.

Algumas atitudes como a prioridade dada à pessoas mais ricas, a falta de investimento por parte do governo em hospitais públicos para atender a demanda da população e o desrespeito em relação aos negros e aos homossexuais são formas de violação dos direitos garantidos no ART. 5º.

Passeatas e manifestações em prol da melhoria de hospitais e igualdade na sociedade seriam pequenas formas de por fim às violações dos direitos dos cidadãos, mas sem esquecer de que antes de partir para atitudes maiores é necessário rever as próprias ações e tentar mudá-las caso estas afetem outras pessoas.

Se a Declaração Universal dos Direitos Humanos realmente fosse cumprida muitos problemas seriam evitados, como a discriminação e desigualdade. Porém para alcançarmos tal conquista seria necessária a cooperação de todos para a sua realização, pois sem a cooperação seria feito esforços muito grandes, que causariam impactos, porém nenhum resultado significativo.

O grupo entende que a violação de qualquer um dos tópicos impostos na declaração é de total preocupação, porém, já que o artigo 5º foi o selecionado, vemos como é atual e preocupante a situação em que nos encontramos, até mesmo em relação ao governo que recentemente declarou que o homossexualismo é uma doença e que deve ser tratada, onde está a “liberdade” e a “igualdade” que tanto pregam quando vão defender o documento? A questão pode ser respondida de várias maneiras dependendo de qual for à pessoa que está sendo questionada, porém de uma coisa estamos certos, se há a cobrança de uma obediência e um respeito ás normas decretadas para a população, por que os nossos “lideres” e governantes não começam por si mesmos a darem o exemplo?

Questões que geram mais dúvidas e que levam a população ás ruas em busca de um futuro melhor, e quem sabe, um presente digno de ser vivido.


Campanha Contra a Homofobia
Saia Justa 13/03/2013 - Recado ao Deputado e Pastor Marco Feliciano