Basquetebol

Trabalho de Educação Física

Introdução:

O Basquetebol, ou Basquete, é um esporte conhecido internacionalmente e reconhecido como um esporte olímpico. O Basquete foi criado nos Estados Unidos da America por James Naismith pela necessidade de ter um esporte que possa ser jogado dentro de abrigos durante os rigorosos invernos. Hoje em dia, o basquetebol é praticado em milhares de eventos internacionais, adaptado para todos os tipos de pessoas jogarem, e praticado em aulas de educação física. O esporte já sofreu muitas mudanças: no começo, eram usadas bolas feitas de couro que dificultava os passes, além de não ser possível driblar. O drible somente foi possível depois da década de 1950, quando houve uma mudança no material da bola. Além desta, mudaram também as cestas, que inicialmente eram para carregar pêssegos. O basquete teve muitos jogadores que mudaram a maneira de jogar e apreciar o esporte. Michel Jordan, Magic Johnson e outros jogadores puderam ser reconhecidos internacionalmente por causa de suas novas maneiras de jogar o esporte. O basquetebol tem como ligas de maior importância a Basketball Association of America (BAA), National Basketball Assosiation( NBA) e International Basketball Federation(FIBA), conhecidas como maiores representantes do basquetebol.

Tecnologia no basquete.

O basquete (que vem do inglês “basket” que significa cesta) é um esporte coletivo que foi inventado pelo canadense James Naismith no ano de 1891. Dentre as muitas inovações técnicas surgidas ao longo dos anos, a cadeira de rodas foi uma das mais impactantes para o mundo dos esportes, permitindo ela que pessoas com deficiências físicas consiguam participar dos jogos, chegando até aos mais altos campeonatos.
O primeiro jogo de basquete em que foi utilizado a cadeira de rodas foi em 1946, apesar de a primeira cadeira de rodas ter sido inventada em 1869, com os protótipos datando do século XVI. No basquete de cadeiras de rodas, a maioria das regras são mantidas. Em alguns países, como no Canadá, na Austrália e na Inglaterra, é permitido que pessoas sem deficiência joguem contra pessoas com ela, mas também nas cadeiras.
Nosso trabalho irá comparar duas maneiras de atirar a bola de basquete.
Primeiramente é preciso mostrar como jogar uma bola corretamente: dobre seus joelhos antes de atirar a bola para poder ter mais poder potencial.
Sua mão dominante deve estar aberta e firme na bola.
(Só as pontas dos dedos deve estar agarrando a bola)
Segure com firmeza para ter controle.
Enquanto extende seus joelhos, extenda também seu antebraço e tire seu pulso
Certifique-se de seguir com o movimento do pulso. Se ele se sente natural para saltar em cima da liberação, faça isso.
Em nossas fotos, em que os jogadores estiveram na cadeira de rodas , é fácil prever que tiveram uma performance pior, comparando com as performances em pé. É devido a falta do impulso dos saltos. Para melhorar a performance dos jogadores, enquanto estiverem na cadeira, é preciso achar um modo criativo de dar o impulso que está faltando, como por exemplo lançar enquanto estiver andando.

Conclusão

Na primeira fase do nosso trabalho, os jogadores tiveram uma média de 1.5 cestas enquanto estavam em pé. Enquanto estavam na cadeira de rodas, eles tiveram uma média de 2 cestas. Concluímos que, para os jogadores melhorarem, é preciso que melhorem suas posições, mudando a posição das mãos e tendo mais impulso nos pés.


Enquanto estavam na cadeira de rodas, concluímos que é preciso que façam algo que aumente seu impulso (que foi perdido quando tiveram que jogar sentados). Decidimos que eles teriam que usar mais força quando estiverem jogando sentados, e que joguem enquanto a cadeira estiver em movimento. Após os ajustes nossos jogadores, Bruno Pereira e Pedro Vitor, melhoraram e tiveram uma média de 4 cestas em pé e sentados. O aluno Caio Israel melhorou, mas suas expectativas não foram como previstas. Incialmente os lançamentos de Caio não chegaram perto da cesta, mas depois dos ajustes ele conseguiu lançar a bola e fazê-la com que alcance, e ainda após mais ajustes tínhamos esperado que ele tivesse feito uma média de 2 cestas enquanto estivera em pé.


Contudo, nossos jogadores melhoraram muito. Após analise em meios históricos e técnicos, é possível melhorar o desempenho de qualquer jogador, mas é preciso dedicação ao esporte.


Bruno Pereira - nº 09; Caio Azevedo - nº 10; Gabriel Ferreira - nº 18; Lucas Freitas - nº 32; Pedro Ribas - nº 37; Mario Faria - nº 36; Pedro Victor - nº 40