Jornal Estudantil

Jornalistas:


Ana Luísa Pires - 1

Ana Paula Araújo - 2

André Evelin - 3

Danilo Lucas - 8

João Gabriel Senna - 20

Lucas Henrique- 23

Luiza Moreira - 28

Maria Eduarda Fernandes - 31

Roberto Name - 39

Sophia Passos - 41

Victor Camargo - 42


2º ano H


Jovens de classe média alta negociam troca de drogas ao ar livre em BH

Menores afirmam que usam maconha para matar a fome e preferem a droga à comida


Três crianças com idades entre 7 e 12 anos foram flagradas consumindo maconha tranquilamente na manhã deste domingo (17) na Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa, no bairro das Mangabeiras, zona sul de Belo Horizonte. As informações são do jornal Hoje em Dia.


O fato, cada vez mais recorrente, teve um ingrediente especial: a maneira como eles conseguiram a droga, conhecido como “cinco por um”. Um esquema de troca feito por jovens e crianças.


O grupo formado por cinco jovens, com idade média de 20 anos, de classe média alta, estacionou seus carros próximo à praça e seguiu em direção aos menores de idade. Depois de um breve diálogo, tempo suficiente para o acerto, o grupo se afastou para que os três meninos preparassem os baseados.

No reencontro, as crianças entregaram cinco cigarros de maconha e ganharam um em troca, como pagamento pelo serviço.


A reportagem do Hoje em Dia tentou questionar os jovens sobre a operação, mas o grupo desconversou e saiu rapidamente do local. Já os menores, sem qualquer constrangimento, assumiram a troca e confirmaram que precisavam consumir a droga “para matar a fome”.


Um deles, que disse ter 12 anos e é o mais velho dos três, contou que o processo é uma rotina, principalmente durante os fins de semana, independentemente do horário.


- "Eles pedem pra gente enrolar porque dá trabalho e demora um pouco. E como de vez em quando passa um carro da polícia, se a casa cair a gente assume o bagulho."

Questionados sobre o perigo que as drogas oferecem e por que não aceitar dinheiro para comprar alimento, eles responderam que não tinham medo de nada e que o efeito da maconha era melhor que qualquer comida.


Após a abordagem, os menores permaneceram sentados na grama da praça, revezando-se no consumo do cigarro de maconha.


Fonte: R7.com

Link:http://noticias.r7.com/cidades/noticias/jovens-de-classe-media-alta-negociam-troca-de-drogas-ao-ar-livre-em-bh-20110417.html (Acesso em 31/07/13)


Comentário

No realismo os problemas sociais tornam-se em temas de grande destaque, a realidade das famílias burguesas passa a ter muita relevância. A linguagem sofisticada do romantismo é deixada de lado e entram em cena as palavras comuns do povo.


Na notícia lida, é possível perceber o distanciamento dos ideais que se tinha das famílias burguesas. O mito de que todas as famílias eram unidas, felizes e sem problemas foi quebrado. A realidade era muito diferente e era essa realidade que buscava-se retratar no realismo. É estranho pensar em jovens de classe média alta, como os mencionados na notícia acima, se envolvendo com drogas e trazendo problemas tão sério para suas famílias, porém é uma das realidades que mais vem crescendo atualmente.


Vídeo usado na pesquisa disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/debaser/singlefile.php?id=22018 (Acesso 31/01/13)

Mulher é estuprada por cunhados após casamento forçado


Uma indiana de 24 anos que havia sido obrigada a se casar para restaurar a "honra" do noivo foi estuprada pelos cunhados durante meses, informa o tabloide britânico Daily Mail. O casamento forçado aconteceu depois que a primeira mulher do noivo fugiu com o irmão da vítima.


A jovem, que não teve o nome divulgado para sua própria segurança, disse que, poucas horas depois da cerimônia de casamento, ela foi atacada e, "sem piedade", estuprada por vários dos irmãos de seu marido.


O casamento teria sido aprovado pelos anciãos da aldeia em que a jovem vivia no norte da Índia, em fevereiro deste ano.


Eles teriam dito que "olho por olho é a justiça real" e forçado os pais da indiana a dar uma quantia em dinheiro à família do noivo como forma de compensar os danos morais causados pelo adultério.


"Eu concordei com a decisão porque sabia que haveria um grande derramamento de sangue na vila, caso eu me recusasse a casar com ele", disse a jovem de 24 anos à polícia.


— Meus cunhados me estupraram sem dó no mesmo dia em que me casei. E isso se tornou uma rotina.


"Meu sogro alegava que ele havia concordado com meu casamento somente para que ele pudesse se vingar da minha família", declarou a indiana.


— Em 26 de março, eles [a família do marido] registraram uma queixa contra o meu irmão, e a polícia o localizou junto à ex-mulher do meu marido. Eles foram libertados depois que ela confessou perante o magistrado que se casou com ele por vontade própria.


O caso veio à tona quando a vítima encontrou coragem de apresentar uma queixa à polícia. A mulher conseguiu escapar da casa onde estava morando em 21 de julho e foi à delegacia seis dias depois.


Fonte: R7.com

Link: http://www.rondoniaovivo.com/noticias/mulher-e-estuprada-por-cunhados-apos-casamento-forcado/103827 (Acesso em 31/07/2013)

Comentário

Dois dos temas mais abordados no período chamado de Naturalismo são o adultério e a tara sexual. Estes dois atos estão presentes na notícia acima.


Na notícia lida, o motivo de tais atitudes era a vingança, que se dá no casamento forçado devido a um caso de adultério entre a primeira do indiano e o irmão da vítima.


O naturalismo entende que há certas atitudes que são intrínsecas ao ser humando, ou seja, que vêm impulso, instinto.


"Meu sogro alegava que ele havia concordado com meu casamento somente para que ele pudesse se vingar da minha família", declarou a indiana.


O fragmento acima é apenas um exemplo de uma ação premeditada que demonstra um impulso negativo, sendo este, segundo o Naturalismo, uma ação inerente ao ser humano.