Tortura, não mais

Una-se à essa campanha contra a tortura e a discriminação

Tortura

A população passa por muitos problemas na sociedade. Todo e qualquer indivíduo deve respeito ao próximo. Em pleno século XXI, muitas pessoas cometem atos violentos contra uma outra pessoa. A Declaração Universal dos Direitos Humanos defende que ninguém pode sofrer tortura ou a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.



Vingança, desrespeito, crueldade, intrigas e até mesmo o bullying são atitudes que conduzem à violação desse direito. Tais comportamentos devem ser abolidos para que haja respeito e que os direitos sejam compridos. Exemplos de condutas que infringem a Declaração dos Direitos Humanos são linchação, violência, cárcere privado e maus tratos. O Brasil passou por um período de Ditadura quando houve muita repressão e tortura à oposição ao governo militar da época.



Concluímos que campanhas de conscientização podem ajudar e influenciar a população a delatar maus tratos e tornar o artigo 5º da Declaração conhecido e seguido com mais rigidez. Se a sociedade soubesse da importância de preservar os direitos defendidos na Declaração, viveríamos numa mundo mais igual, pacífico e honesto. É fundamental que cada um faça sua parte propondo ao próximo agir conforme sugere a lei não invadindo o direito do outro.


Tortura, não mais

Texto Base - Campanha Puna a Discriminação

Campanha Puna a Discriminação


Justificativa

A Campanha Puna a Discriminação se propõe interferir nas atitudes de indivíduos responsáveis por atos de discriminação contra pessoas de outras culturas, etnias ou qualquer classificação considerada diferente que induza comportamentos inadequados e preconceituosos;

Esta Campanha deseja mobilizar cidadãos sobre o inciso XLI do Artigo 5º da Constituição Federal para denunciar ações discriminatórias e ajudar a inserir vítimas de tal discriminação na sociedade, visto que, muitas vezes, essas são colocadas à margem da comunidade;

“A lei deve punir qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;” Inciso XVL, Artigo 5º. É fundamental que sejam punidas as pessoas que comentam esse tipo de atentado, posto que a discriminação fere os incisos I, III, VI, XLII e XLIII do artigo 5º


Objetivo Geral

Mobilizar os cidadãos para que tenham consciência de que a discriminação deve ser evitada, bem como atitudes de solidariedade com as vítimas de preconceitos.


Objetivos Específicos

  1. Conscientizar que a discriminação deve ser evitada e combatida;
  2. Motivar ações solidárias com vítimas de preconceito e qualquer tipo de discriminação;
  3. Incentivar o auxílio a pessoas que passam por tal discriminação;
  4. Divulgar que a discriminação é ilegal e proibida por lei.


Para atingir tais objetivos, devem-se desenvolver programas de inclusão social. Esta campanha incentiva novos movimentos de conscientização, além disso, o povo brasileiro deve passar a conhecer sua Constituição, visto que muitos dos direitos prescritos nela ainda são violados.



Bruno Lima, nº 6

Gabriela Aguiar, nº 14

Helena de Andrade, nº 16

João Lucas Bezerra, nº 18

Marcus Vinícius Queiroga, nº 28

CONTATO

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